Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Log inSign up
Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Blog
Job Board
Q3AS

© 2026 Aqora Quantum S.A.S.

TermsPrivacyLegal Notice

Ano Internacional Quântico 2: O Prémio Nobel da Física de 2025

Cláudio Gomes, Nuno Sá

Published Dec 28, 2025• 0 citations
OpenAlex

Abstract

O prémio Nobel da Física de 2025 foi atribuído ao inglês John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao norteamericano John M. Martinis, todos Professores em Universidades nos Estados Unidos da América, pela descoberta do efeito de túnel quântico macroscópico e pela quantização da energia num circuito elétrico.

Related papers

Nobel de Física de 2025, Consciência e Heterodoxias

Carvalho Bento, Juliano

O texto toma como ponto de partida o Prêmio Nobel de Física de 2025, concedido a John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis pela observação de tunelamento quântico macroscópico e de níveis de energia discretos em circuitos supercondutores, para discutir o alcance e os limites do reducionismo na física contemporânea. Ao mostrar como efeitos quânticos típicos do microscópico se tornam acessíveis em dispositivos macroscópicos, o caso ilustra o sucesso da mecânica quântica em fundamentar tecnologias como a computação quântica e reforça a ambição de explicar sistemas cada vez mais complexos a partir de graus de liberdade elementares. A partir daí, o artigo interroga se e como essa estratégia pode ser estendida à mente e à consciência, sugerindo apenas de modo programático a possibilidade de níveis emergentes de descrição para fenômenos mentais, sem postular uma “nova física”, e defendendo a continuidade com o formalismo quântico padrão e com os critérios usuais e heterodoxos de testabilidade empírica.

•Dec 1, 2025•0 citations

Premio Nobel de Física 2025: los galardonados, el motivo, el legado

Maria Elena Gómez

de la Ciencia y la Tecnología Cuánticas para conmemorar los 100 años de la mecánica cuántica y su importancia y aplicaciones en la vida diaria.El Premio Nobel de Física 2025 fue otorgado a John Clarke, Michel H. Devoret y John M. Martinis por el "descubrimiento del efecto túnel macroscópico de la mecánica cuántica y la cuantización de la energía en un circuito eléctrico", y cobra especial relevancia por haberse otorgado en este año.Según palabras de uno de los galardonados, el Prof. Clarke, el Nobel reconoce cómo los principios fundamentales de la mecánica cuántica, establecidos hace 100 años, se extienden a sistemas visibles a escala humana, un avance que sentó las bases de la tecnología cuántica actual y su aplicación práctica en muchos equipos de alta tecnología, abriendo el sendero hacia la computación cuántica, es decir, el uso práctico de estados cuantizados en forma de cúbits (unidad básica de información en la computación cuántica -superconductora).Los experimentos que condujeron a estos resultados se realizaron en la Universidad de California Berkeley en 1984 y 1985, siendo Clarke el director del laboratorio, Martinis estudiante de doctorado y Devoret investigador postdoctoral.En el laboratorio de Clarke se investigaba en ese entonces en los campos de la superconductividad y la electrónica superconductora, explorando los efectos cuánticos en circuitos superconductores.Los galardonados tienen en común una trayectoria académica y científica similar.

Revista de la Academia Colombiana de Ciencias Exactas Físicas y Naturales•Dec 10, 2025•0 citations

El Premio Nobel de Física 2025 o la consolidación de la era cuántica macroscópica

Alvaro Mariño

The 2025 Nobel Prize in Physics was awarded to John Clarke, Michel H. Devoret, and John M. Martinis for their discoveries of macroscopic quantum tunneling and the quantization of energy in electrical circuits.

MOMENTO•Jan 20, 2026•0 citations

Desigualdades de Bell e o prêmio Nobel de 2022

Gustavo Balvedi Pimentel, Leonardo A. M. Souza, Romeu Rossi Jr. +1 more

Resumo O debate científico, quando conduzido de forma aberta e fundamentada em metodologia, é motor essencial do avanço do conhecimento. Um dos exemplos mais marcantes é o confronto intelectual entre Albert Einstein e Niels Bohr, iniciado nos anos 1920 e intensificado em 1935 com a publicação do paradoxo EPR e a réplica imediata de Bohr. No centro da controvérsia estava a natureza do emaranhamento quântico e sua relação com conceitos como localidade, realidade física e completude da teoria quântica. Décadas mais tarde, em 1964, John Bell formulou um teorema que permitia testar experimentalmente as “variáveis ocultas locais” defendidas por abordagens como a de EPR. As desigualdades de Bell abriram caminho para experimentos que, ao longo de décadas, buscaram eliminar brechas experimentais (loopholes) e culminaram, em 2015, na realização de testes loophole free que confirmaram as previsões quânticas. Em 2022, três físicos envolvidos nessas investigações receberam o Prêmio Nobel de Física “por experimentos com fótons emaranhados estabelecendo violações de desigualdades de Bell, sendo pioneiros na ciência da informação quântica”. Este artigo revisa, de forma sistemática e didática, os fundamentos necessários para compreender as desigualdades de Bell, discute suas implicações filosóficas, algumas aplicações e apresenta a evolução histórica que levou do debate Einstein–Bohr às comprovações experimentais modernas.

Revista Brasileira de Ensino de Física•Jan 1, 2025•0 citations

The 2025 Nobel Prize in Physics

J. C. Fabris

Breves comentários dos físicos brasileiros Ulysses Câmara da Silva (Universidade Federal do Espírito Santo), Nelson Pinto Neto (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e Olival Freire (Universidade Federal da Bahia) acerca do Prêmio Nobel de Física de 2025, que ressalta trabalhos que demonstram propriedades quânticas em sistemas não microscópicos.

Cadernos de Astronomia•Oct 29, 2025•0 citations

O problema da medição na Mecânica Quântica: do desenvolvimento da teoria à informação quântica

L.B.O. Leite, R.V. Leite, H.M. Vasconcelos +1 more

Resumo Tendo como um dos pilares fundamentais o princípio da incerteza de Heisenberg, a construção da Mecânica Quântica (MQ) levou Albert Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rosen a formularem, em 1935, o famoso paradoxo EPR, que questionava a completude da teoria. Até 1964, não havia sequer em teoria um teste capaz de distinguir a MQ de hipóteses alternativas baseadas em variáveis ocultas locais. O artigo intitulado “Can Quantum Mechanical Description of Physical Reality Be Considered Complete?” apontava para a incompletude da MQ, diretamente ligada ao caráter probabilístico da teoria, ao qual Einstein se opunha frontalmente. Em 1964, John S. Bell formulou seu teorema, que tornou viáveis os testes experimentais das previsões da MQ. Na década de 1980, iniciaram-se os experimentos cruciais que confirmaram as previsões da MQ sobre o emaranhamento, inaugurando uma nova fase nos estudos sobre os fundamentos da teoria. Em 2022, John Clauser, Alain Aspect e Anton Zeilinger foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física pela violação experimental das desigualdades de Bell. O presente trabalho consiste em uma revisão de trabalhos teórico-experimentais, tendo como foco o período de 87 anos que se inicia com a formulação do paradoxo EPR e culmina com a concessão do Prêmio Nobel de 2022. Ao longo da revisão histórica dos trabalhos, são discutidos e problematizados alguns dos tópicos de maior relevância para a teoria quântica, incluindo certas interpretações da MQ. Além dos referidos experimentos, abordaremos ao final dois trabalhos laureados com o Prêmio Nobel de 2012, num contexto de aplicações da MQ em informação e computação quânticas.

Revista Brasileira de Ensino de Física•Jan 1, 2026•0 citations
O texto toma como ponto de partida o Prêmio Nobel de Física de 2025, concedido a John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis pela observação de tunelamento quântico macroscópico e de níveis de energia discretos em circuitos supercondutores, para discutir o alcance e os limites do reducionismo na física contemporânea. Ao mostrar como efeitos quânticos típicos do microscópico se tornam acessíveis em dispositivos macroscópicos, o caso ilustra o sucesso da mecânica quântica em fundamentar tecnologias como a computação quântica e reforça a ambição de explicar sistemas cada vez mais complexos a partir de graus de liberdade elementares. A partir daí, o artigo interroga se e como essa estratégia pode ser estendida à mente e à consciência, sugerindo apenas de modo programático a possibilidade de níveis emergentes de descrição para fenômenos mentais, sem postular uma “nova física”, e defendendo a continuidade com o formalismo quântico padrão e com os critérios usuais e heterodoxos de testabilidade empírica.
de la Ciencia y la Tecnología Cuánticas para conmemorar los 100 años de la mecánica cuántica y su importancia y aplicaciones en la vida diaria.El Premio Nobel de Física 2025 fue otorgado a John Clarke, Michel H. Devoret y John M. Martinis por el "descubrimiento del efecto túnel macroscópico de la mecánica cuántica y la cuantización de la energía en un circuito eléctrico", y cobra especial relevancia por haberse otorgado en este año.Según palabras de uno de los galardonados, el Prof. Clarke, el Nobel reconoce cómo los principios fundamentales de la mecánica cuántica, establecidos hace 100 años, se extienden a sistemas visibles a escala humana, un avance que sentó las bases de la tecnología cuántica actual y su aplicación práctica en muchos equipos de alta tecnología, abriendo el sendero hacia la computación cuántica, es decir, el uso práctico de estados cuantizados en forma de cúbits (unidad básica de información en la computación cuántica -superconductora).Los experimentos que condujeron a estos resultados se realizaron en la Universidad de California Berkeley en 1984 y 1985, siendo Clarke el director del laboratorio, Martinis estudiante de doctorado y Devoret investigador postdoctoral.En el laboratorio de Clarke se investigaba en ese entonces en los campos de la superconductividad y la electrónica superconductora, explorando los efectos cuánticos en circuitos superconductores.Los galardonados tienen en común una trayectoria académica y científica similar.
Resumo O debate científico, quando conduzido de forma aberta e fundamentada em metodologia, é motor essencial do avanço do conhecimento. Um dos exemplos mais marcantes é o confronto intelectual entre Albert Einstein e Niels Bohr, iniciado nos anos 1920 e intensificado em 1935 com a publicação do paradoxo EPR e a réplica imediata de Bohr. No centro da controvérsia estava a natureza do emaranhamento quântico e sua relação com conceitos como localidade, realidade física e completude da teoria quântica. Décadas mais tarde, em 1964, John Bell formulou um teorema que permitia testar experimentalmente as “variáveis ocultas locais” defendidas por abordagens como a de EPR. As desigualdades de Bell abriram caminho para experimentos que, ao longo de décadas, buscaram eliminar brechas experimentais (loopholes) e culminaram, em 2015, na realização de testes loophole free que confirmaram as previsões quânticas. Em 2022, três físicos envolvidos nessas investigações receberam o Prêmio Nobel de Física “por experimentos com fótons emaranhados estabelecendo violações de desigualdades de Bell, sendo pioneiros na ciência da informação quântica”. Este artigo revisa, de forma sistemática e didática, os fundamentos necessários para compreender as desigualdades de Bell, discute suas implicações filosóficas, algumas aplicações e apresenta a evolução histórica que levou do debate Einstein–Bohr às comprovações experimentais modernas.
Resumo Tendo como um dos pilares fundamentais o princípio da incerteza de Heisenberg, a construção da Mecânica Quântica (MQ) levou Albert Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rosen a formularem, em 1935, o famoso paradoxo EPR, que questionava a completude da teoria. Até 1964, não havia sequer em teoria um teste capaz de distinguir a MQ de hipóteses alternativas baseadas em variáveis ocultas locais. O artigo intitulado “Can Quantum Mechanical Description of Physical Reality Be Considered Complete?” apontava para a incompletude da MQ, diretamente ligada ao caráter probabilístico da teoria, ao qual Einstein se opunha frontalmente. Em 1964, John S. Bell formulou seu teorema, que tornou viáveis os testes experimentais das previsões da MQ. Na década de 1980, iniciaram-se os experimentos cruciais que confirmaram as previsões da MQ sobre o emaranhamento, inaugurando uma nova fase nos estudos sobre os fundamentos da teoria. Em 2022, John Clauser, Alain Aspect e Anton Zeilinger foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física pela violação experimental das desigualdades de Bell. O presente trabalho consiste em uma revisão de trabalhos teórico-experimentais, tendo como foco o período de 87 anos que se inicia com a formulação do paradoxo EPR e culmina com a concessão do Prêmio Nobel de 2022. Ao longo da revisão histórica dos trabalhos, são discutidos e problematizados alguns dos tópicos de maior relevância para a teoria quântica, incluindo certas interpretações da MQ. Além dos referidos experimentos, abordaremos ao final dois trabalhos laureados com o Prêmio Nobel de 2012, num contexto de aplicações da MQ em informação e computação quânticas.