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Achieving oblivious transfer capacit of generalized erasure channels in the malicious model

Adriana C. B. Pinto

Published Dec 1, 2009• 0 citations
Publisher

Abstract

Oblivious Transfer (OT) é uma das primitivas criptográficas principais, uma vez que pode-se implementar computação de duas partes (e múltiplas partes) a partir dele.Neste trabalho, será mostrado que oblivious transfer de strings, seguro no senso da teoria da informação, pode ser construído baseado em canal "com apagamentos" generalizado (GEC) -que é uma combinação de um canal discreto sem memória (DMC) com um canal "com apagamentos".Em seguida, será apresentado um protocolo que atinge a capacidade de OT frente à adversários maliciosos para um canal GEC com probabilidade de ocorrer "apagamentos" de ao menos 1/2, i.e. o protocolo explora o canal com a máxima eficiência para o oblivious transfer de strings na presença de adversários maliciosos.

DOI
10.26512/2009.12.tcc.1618

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Oblivious Transfer é um dos blocos de construção mais importantes em criptografia e útil para a construção de protocolos seguros. Com o advento da computação quântica houve um impulso na pesquisa e desenvolvimento de protocolos criptográficos resistentes ao processamento quântico de computadores. Assim, em 2018, o protocolo SIOT (Supersingu- lar Isogeny Oblivious Transfer) foi apresentado como o primeiro esquema OT criptográfico pós-quântico baseado em isogenias de curvas elípticas supersingulares. Inicialmente, elaborou-se um esquema de OT combinado com as primitivas criptográficas do protocolo SIDH(Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Além disso, o protocolo SIOT foi construído na sua configuração mais simples contra adversários semi-honestos. No entanto, o mesmo foi submetido a escrutínios que resultaram na necessidade de desenvolver novas provas de segurança. Quase em paralelo, surgiram novos e eficientes ataques criptoanalíticos ao protocolo SIDH que consequentemente comprometeram a estrutura de segurança do SIOT. Desta forma, em um primeiro momento, as novas definições de provas de segurança englobaram a compatibilização de determinados parâmetros da funcionalidade OT do próprio protocolo SIOT com hipóteses de segurança de problemas computacionais de isogenias. Após isso, foram analisadas e implementadas as contramedidas de segurança do protocolo M-SIDH (Masked-Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Portanto, propõem-se um protocolo OT baseado em isogenias de curvas elípticas e com resistência a ataques quânticos, em uma forma simples.

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grande afeto.Por m, mas não menos especial, gostaria de agradecer a minha noiva, Lílian, por sua interminável paciência e compreensão comigo, pelas muitas vezes que me incentivou, pelas horas que tive de abdicar de sua companhia para estudar e por todo o amor que tem por mim. VINÍCIUS DE MORAIS ALVES RESUMOO Comprometimento de Bit é uma primitiva criptográca fundamental usada para construir provas de conhecimento nulo e computação segura distribuída.Ueli Maurer [Mau93] introduziu o modelo de memória limitada no contexto de criptograa incondicionalmente segura.O modelo de Maurer limita o tamanho máximo da memória de um participante desonesto, ao contrário da abordagem usual em criptograa moderna, que limita a capacidade de processamento do adversário.Dedicou-se no presente trabalho à elaboração de um protocolo de comprometimento de bit baseado apenas no paradigma de memória limitada, sem a adoção de hipóteses computacionais não comprovadas.Até a presente data, esse é o primeiro protocolo de comprometimento de bit no modelo de memória limitada clássico 1 .Embora se saiba que a existência da primitiva criptográca conhecida como Oblivious Transfer, implementada no modelo de memória limitada pela primeira vez em [CCM98], implique na existência de comprometimento de bit, uma implementação direta tem a vantagem de ser mais eciente e mais simples, em geral.A intenção do protocolo é maximizar a quantidade de bits que o emissor consegue se comprometer e, simultaneamente, minimizar a quantidade de bits amostrados pelo mesmo durante a fase de transmissão, de modo a atingir a máxima capacidade de comprometimento.O conceito de capacidade de comprometimento apresentado aqui difere em certos aspectos do conceito presente no trabalho [WNI03] sobre canais ruidosos, sendo o principal deles o fato de a capacidade de comprometimento denida aqui ser dependente do limite no tamanho da memória do adversário.Além disso, fez-se uma contribuição adicional com a elaboração de um modelo geral para os protocolos de comprometimento de bit baseados em memória limitada.Para essa família de protocolos foram demonstrados limites ótimos, como o tamanho mínimo da memória dos participantes e a quantidade máxima de bits que o emissor pode se comprometer.

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Oblivious Transfer (OT) é uma das primitivas criptográficas principais, uma vez que pode-se implementar computação de duas partes (e múltiplas partes) a partir dele.Neste trabalho, será mostrado que oblivious transfer de strings, seguro no senso da teoria da informação, pode ser construído baseado em canal "com apagamentos" generalizado (GEC) -que é uma combinação de um canal discreto sem memória (DMC) com um canal "com apagamentos".Em seguida, será apresentado um protocolo que atinge a capacidade de OT frente à adversários maliciosos para um canal GEC com probabilidade de ocorrer "apagamentos" de ao menos 1/2, i.e. o protocolo explora o canal com a máxima eficiência para o oblivious transfer de strings na presença de adversários maliciosos.
Oblivious Transfer é um dos blocos de construção mais importantes em criptografia e útil para a construção de protocolos seguros. Com o advento da computação quântica houve um impulso na pesquisa e desenvolvimento de protocolos criptográficos resistentes ao processamento quântico de computadores. Assim, em 2018, o protocolo SIOT (Supersingu- lar Isogeny Oblivious Transfer) foi apresentado como o primeiro esquema OT criptográfico pós-quântico baseado em isogenias de curvas elípticas supersingulares. Inicialmente, elaborou-se um esquema de OT combinado com as primitivas criptográficas do protocolo SIDH(Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Além disso, o protocolo SIOT foi construído na sua configuração mais simples contra adversários semi-honestos. No entanto, o mesmo foi submetido a escrutínios que resultaram na necessidade de desenvolver novas provas de segurança. Quase em paralelo, surgiram novos e eficientes ataques criptoanalíticos ao protocolo SIDH que consequentemente comprometeram a estrutura de segurança do SIOT. Desta forma, em um primeiro momento, as novas definições de provas de segurança englobaram a compatibilização de determinados parâmetros da funcionalidade OT do próprio protocolo SIOT com hipóteses de segurança de problemas computacionais de isogenias. Após isso, foram analisadas e implementadas as contramedidas de segurança do protocolo M-SIDH (Masked-Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Portanto, propõem-se um protocolo OT baseado em isogenias de curvas elípticas e com resistência a ataques quânticos, em uma forma simples.
grande afeto.Por m, mas não menos especial, gostaria de agradecer a minha noiva, Lílian, por sua interminável paciência e compreensão comigo, pelas muitas vezes que me incentivou, pelas horas que tive de abdicar de sua companhia para estudar e por todo o amor que tem por mim. VINÍCIUS DE MORAIS ALVES RESUMOO Comprometimento de Bit é uma primitiva criptográca fundamental usada para construir provas de conhecimento nulo e computação segura distribuída.Ueli Maurer [Mau93] introduziu o modelo de memória limitada no contexto de criptograa incondicionalmente segura.O modelo de Maurer limita o tamanho máximo da memória de um participante desonesto, ao contrário da abordagem usual em criptograa moderna, que limita a capacidade de processamento do adversário.Dedicou-se no presente trabalho à elaboração de um protocolo de comprometimento de bit baseado apenas no paradigma de memória limitada, sem a adoção de hipóteses computacionais não comprovadas.Até a presente data, esse é o primeiro protocolo de comprometimento de bit no modelo de memória limitada clássico 1 .Embora se saiba que a existência da primitiva criptográca conhecida como Oblivious Transfer, implementada no modelo de memória limitada pela primeira vez em [CCM98], implique na existência de comprometimento de bit, uma implementação direta tem a vantagem de ser mais eciente e mais simples, em geral.A intenção do protocolo é maximizar a quantidade de bits que o emissor consegue se comprometer e, simultaneamente, minimizar a quantidade de bits amostrados pelo mesmo durante a fase de transmissão, de modo a atingir a máxima capacidade de comprometimento.O conceito de capacidade de comprometimento apresentado aqui difere em certos aspectos do conceito presente no trabalho [WNI03] sobre canais ruidosos, sendo o principal deles o fato de a capacidade de comprometimento denida aqui ser dependente do limite no tamanho da memória do adversário.Além disso, fez-se uma contribuição adicional com a elaboração de um modelo geral para os protocolos de comprometimento de bit baseados em memória limitada.Para essa família de protocolos foram demonstrados limites ótimos, como o tamanho mínimo da memória dos participantes e a quantidade máxima de bits que o emissor pode se comprometer.
Duas entidades desejam comunicar de forma segura através de um canal inseguro na presença de um adversário.Para isso acordam uma chave criptográfica forte a partir de uma fonte fraca de aleatoriedade, extraída com base nas características físicas da rede onde comunicam.Nesta dissertação avaliamos as contrapartidas entre dois protocolos: um onde as garantias de segurança se baseiam em noções de teoria da informação -o protocolo Authenticated Key Agreement (AKA) proposto em [7] -e que foi especialmente criado para este cenário; e outro que baseia a sua segurança em argumentos computacionais -o protocolo Password-Authenticated Key Exchange (PAKE) proposto em [11].Para este efeito efectuamos uma análise detalhada da segurança concreta de ambos os protocolos, considerando que em ambos os casos se pretende acordar uma nova chave de 128 bits.
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A criptografia de chave pública sem certificado (certificateless) é uma alternativa ao modelo convencional de criptografia assimétrica, pois a autenticação da chave pública ocorre implicitamente durante a execução dos protocolos, sem a necessidade de gerenciamento e distribuição de certificados digitais. Potencialmente reduz custos computacionais e o nível de segurança alcançado é maior quando comparado ao modelo baseado em identidade. Nesta tese de doutorado, modelos formais de segurança para acordo de chave com autenticação sem certificado são aprimorados visando dois objetivos paralelos: (1) aumentar o nível de confiança que usuários podem depositar na autoridade geradora de chaves secretas parciais e (2) viabilizar protocolos que sejam eficientes computacionalmente e com propriedades de segurança relevantes, dentre as quais se inclui resistência a ataques de adversários que têm total controle do canal de comunicação e que podem substituir chaves públicas de usuários por valores arbitrários. Para atestar que as melhorias efetuadas são praticáveis e possibilitam que os objetivos sejam alcançados, novos protocolos são propostos para o caso que envolve dois participantes na comunicação. Os protocolos são provados seguros, usando-se técnica de redução de problemas computacionais.
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