Este preprint apresenta a Conjectura Relacional de Mello, uma formulação ontológica na qual a coerência quântica é tratada como o elemento físico primário da realidade, antecedendo espaço, tempo, campos e partículas. O trabalho propõe uma estrutura relacional para a emergência do tempo, da gravidade e da forma física, introduzindo conceitos como assinatura relacional, DNA físico de partículas e horizonte relacional, com implicações conceituais para física fundamental, cosmologia e teoria quântica.
Este preprint apresenta a Conjectura Relacional de Mello, uma formulação ontológica na qual a coerência quântica é tratada como o elemento físico primário da realidade, antecedendo espaço, tempo, campos e partículas. O trabalho propõe uma estrutura relacional para a emergência do tempo, da gravidade e da forma física, introduzindo conceitos como assinatura relacional, DNA físico de partículas e horizonte relacional, com implicações conceituais para física fundamental, cosmologia e teoria quântica.
Este artigo apresenta a Hipótese da Disponibilidade Relacional (HDR), uma proposta ontológica segundo a qual a matéria, os eventos e as leis da natureza emergem da atualização de relações potenciais. Fundamentando-se em um referencial interdisciplinar que articula a mecânica quântica relacional, a semiótica triádica de Charles Sanders Peirce, a teoria dos sistemas complexos e a física de processos de Ilya Prigogine, a HDR propõe que o ser não é uma substância, mas uma função de disponibilidade relacional. A função de onda, os atratores, as leis físicas e os objetos quânticos são reinterpretados como efeitos de processos relacionais, e não como entidades com propriedades absolutas. Por meio dessa abordagem, o artigo constrói uma ontologia processual que se opõe ao substancialismo clássico e oferece uma base teórica para a compreensão da realidade como semiose cósmica, na qual a informação e a relação precedem a existência. Conclui-se que, em níveis quânticos, ontológicos e epistemológicos, não há entes isolados, mas redes de atualizações que constituem a própria matéria.
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do preprint de Zoran Majkic, Metaphysics of Cosmology: From Epistemology to Ontology, em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). O estudo examina o esforço de Majkic para deslocar a física de uma leitura epistemológica para uma formulação ontológica, centrada na distinção entre função de onda epistêmica e função de onda ontológica, bem como na representação da densidade material, das condições de contorno e da estrutura cosmológica. O artigo avalia possíveis compatibilidades e pontos de tensão entre a proposta de Majkic e a disciplina modal da Teoria da Objetividade. Em particular, analisa o preprint à luz dos axiomas da TO, dos elementos fenomênicos, dos Efeitos Indutores, do teorema cosmogênico e das Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Atenção especial é dada às questões de origem, distinção, observabilidade relacional, composição e transcendência ao quantum, entendida aqui como conhecimento ou informação produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. O texto sustenta que o preprint de Majkic é filosoficamente relevante porque procura restituir densidade ontológica à cosmologia e à teoria quântica, ultrapassando interpretações puramente estatísticas ou instrumentalistas. Ao mesmo tempo, o artigo argumenta que o modelo permanece incompleto do ponto de vista da TO, uma vez que não parte plenamente do Nada como essência matemática primitiva, não formula adequadamente o infinito como não-elemento necessário e não integra de modo suficiente a dimensão transcendente informacional-radiante exigida pela Teoria da Objetividade. Desse modo, o artigo propõe que a obra de Majkic seja lida como interlocutora valiosa em um debate científico respeitoso: uma proposta ontológica fértil, que abre pontes importantes para a metafísica da cosmologia, mas que ainda requer maior fundamentação cosmogênica, modal e relacional quando confrontada com a Teoria da Objetividade. Observação dos autores: Este estudo analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; metafísica da cosmologia; ontologia; epistemologia; Zoran Majkic; mecânica quântica; ontologia cosmológica; disciplina modal; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; filosofia da física; condições de contorno; transcendência ao quantum; radiação atômica; ontologia da informação; Eras cosmológicas; análise crítico-propositiva.
O trabalho desenvolve as implicações da idéia de que quando uma teoria atinge um estágio abstrato de formalização, como é o caso de teorias físicas, da mecânica quântica, o significado de seus conceitos e proposições, objetivos para representação e inteligibilidade do mundo físico (realidade física em qualquer de suas acepções) é obtido a partir da própria teoria. Em síntese, "é a própria que dita o significado de suas proposições", segundo Einstein e Heisenberg. Em seguida apresenta uma análise do significado de 'teoria formalizada' para o caso das ciências de conteúdo empírico como a física, concluindo que a acepção adotada não pode ser reduzida a um 'formalismo interpretado' nos moldes aceitos pelos elementos do Círculo de Viena. Aspectos dinâmicos das teorias são também discutidos. Finalmente, a partir das considerações acima, é introduzido o conceito de 'endo-referência' e discutidas as suas conexões com o conceito kantiano de sintético a priori.
Este projeto apresenta o estudo "Estudo de um Universo Complexo", uma proposta de interpretação teórica para fenômenos da física moderna baseada na hipótese de que a realidade física pode ser descrita por uma estrutura complexa composta por componentes reais e imaginários de uma mesma entidade física. O trabalho explora conceitos como massa complexa, tempo complexo e dinâmica complexa, buscando oferecer uma interpretação unificada para fenômenos associados à dualidade onda-partícula, relatividade e mecânica quântica. O objetivo do estudo é investigar se uma descrição complexa da realidade pode fornecer uma estrutura conceitual mais intuitiva para compreender fenômenos já observados experimentalmente, mantendo compatibilidade com os resultados conhecidos da física moderna. Este projeto reúne documentos, versões do estudo, notas de desenvolvimento e materiais relacionados à pesquisa.
Este trabalho propõe uma interpretação geométrica complexa para estruturas já presentes na física moderna, incluindo relatividade, mecânica quântica e dinâmica ondulatória. A formulação apresentada parte da hipótese de que diversos fenômenos físicos modernos podem ser compreendidos como projeções observáveis de uma geometria real-complexa mais ampla. A partir dessa abordagem, são introduzidos conceitos como coordenada complexa, tempo complexo, velocidade complexa e massa complexa, buscando reinterpretar geometricamente relações relativísticas e estruturas quânticas conhecidas. O estudo não pretende substituir os resultados experimentais estabelecidos da física moderna, mas oferecer uma estrutura interpretativa unificada capaz de conectar diferentes fenômenos físicos dentro de uma mesma linguagem geométrica. O trabalho explora: espaço e tempo complexos; interpretação geométrica do fator de Lorentz; massa complexa e relação energia-momento; emergência geométrica da função de onda; conexões entre relatividade, mecânica quântica e estruturas ondulatórias. Trata-se de um estudo teórico e exploratório, desenvolvido como proposta conceitual para investigação futura.
Este artigo apresenta um exame crítico–propositivo da bibliografia fundante da mecânica quântica em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). Partindo dos trabalhos clássicos de Planck, Einstein, Bohr, Heisenberg, Schrödinger, Born, Dirac, von Neumann, Einstein–Podolsky–Rosen e Bell, o estudo investiga em que medida a arquitetura conceitual da mecânica quântica pode ser reinterpretada sob a disciplina modal da TO. O artigo sustenta que a mecânica quântica, embora extraordinariamente bem-sucedida como estrutura matemática e empírica para a descrição de regimes físicos observáveis, não esgota por si só as condições ontológicas de inteligibilidade do universo. Em resposta, o texto articula a bibliografia quântica com a bibliografia fundante da TO, seus desenvolvimentos recentes em ontologia modal e testabilidade, bem como com a bibliografia de apoio e de diálogo em física, cosmologia e filosofia da ciência. Dá-se especial atenção às possíveis compatibilidades e aos pontos de tensão entre a teoria quântica e as Sete Verdades Absolutas da TO, bem como ao teorema cosmogênico, aos elementos fenomênicos, aos Efeitos Indutores e às Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Nesse enquadramento, quantização, superposição, medição, emaranhamento, decoerência e vácuo quântico são reinterpretados como manifestações fenomênicas que podem ser disciplinadas por uma gramática modal mais profunda. O artigo propõe ainda que o elemento transcendente, em termos da TO, pode ser compreendido como o conhecimento ou as informações produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. A partir dessa perspectiva, a mecânica quântica não é rejeitada, mas reinscrita em um horizonte ontológico mais amplo, no qual relação, fronteira, observação e transcendência adquirem significado fundante. Ao combinar análise filosófica, ontologia comparada e diálogo com a física observacional contemporânea, este estudo contribui para o desenvolvimento de um programa de pesquisa modal e testável, no qual a Teoria da Objetividade funciona como disciplina de inteligibilidade para os fenômenos quânticos, e não apenas como crítica externa. Observação dos autores: Este artigo contou com o suporte analítico do ChatGPT na organização bibliográfica, na estruturação comparativa e na sistematização dos pontos de compatibilidade, tensão e testabilidade. Palavras-chave Teoria da Objetividade; mecânica quântica; ontologia modal; física fundacional; filosofia da mecânica quântica; desigualdades de Bell; paradoxo EPR; vácuo quântico; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; ontologia relacional; testabilidade; cosmologia contemporânea