Este estudo tem como tema o idealismo monista de Amit Goswami, que postula a Consciência Quântica como princípio unificador e mediador de toda a realidade em suas diversas facetas, manifestas ou potenciais. Analisar-se-á conceitos e experimentos, elucidando os principais elementos teóricos para a efetivação de uma Ética Quântica. A pesquisa se justifica pelo fato de a Física Quântica ser fundamento teórico para muitas invenções tecnológicas e ainda não existirem estudos acadêmicos que mostrem as implicações éticas desta ciência, tecnicamente bem-sucedida. Existem algumas pesquisas nas ciências humanas e na filosofia que tomam a Física Quântica como matriz teórica orientadora, contudo, ainda não relacionam diretamente os seus princípios à Ética. Assim, objetiva-se responder ao questionamento sobre o pressuposto necessário para a edificação de uma ética quântica, a partir do pensamento de Goswami. A metodologia empregada é de análise bibliográfica crítica das principais obras do físico Amit Goswami, sendo O universo autoconsciente (2003) a principal, por oferecer os elementos teóricos básicos para compreensão da temática pesquisada, pois nas demais obras, o autor explora os conceitos fundamentais nela apresentados. Fragmentos das Enéadas de Plotino serão utilizados para a construção de uma analogia, deste modo, justificando o monismo idealista aqui proposto. Visto que no trabalho traça-se a trajetória que faz Goswami desembocar na teoria do Idealismo Monista, mediante as implicações contraditórias da interpretação da Física Quântica, quando subsidiada pelos princípios “materialistas”. O conceito de “consciência quântica” será trabalhado como sendo o agente causal de suas possibilidades intrínsecas com o “colapso da função de onda”. Espera-se, como resultado, evidenciar uma nova perspectiva de investigação da Ética a partir de uma abordagem sistêmica incluindo em seu arcabouço teórico elementos dinâmicos e estáticos enunciando a dialética da vida humana em suas relações.
Este estudo tem como tema o idealismo monista de Amit Goswami, que postula a Consciência Quântica como princípio unificador e mediador de toda a realidade em suas diversas facetas, manifestas ou potenciais. Analisar-se-á conceitos e experimentos, elucidando os principais elementos teóricos para a efetivação de uma Ética Quântica. A pesquisa se justifica pelo fato de a Física Quântica ser fundamento teórico para muitas invenções tecnológicas e ainda não existirem estudos acadêmicos que mostrem as implicações éticas desta ciência, tecnicamente bem-sucedida. Existem algumas pesquisas nas ciências humanas e na filosofia que tomam a Física Quântica como matriz teórica orientadora, contudo, ainda não relacionam diretamente os seus princípios à Ética. Assim, objetiva-se responder ao questionamento sobre o pressuposto necessário para a edificação de uma ética quântica, a partir do pensamento de Goswami. A metodologia empregada é de análise bibliográfica crítica das principais obras do físico Amit Goswami, sendo O universo autoconsciente (2003) a principal, por oferecer os elementos teóricos básicos para compreensão da temática pesquisada, pois nas demais obras, o autor explora os conceitos fundamentais nela apresentados. Fragmentos das Enéadas de Plotino serão utilizados para a construção de uma analogia, deste modo, justificando o monismo idealista aqui proposto. Visto que no trabalho traça-se a trajetória que faz Goswami desembocar na teoria do Idealismo Monista, mediante as implicações contraditórias da interpretação da Física Quântica, quando subsidiada pelos princípios “materialistas”. O conceito de “consciência quântica” será trabalhado como sendo o agente causal de suas possibilidades intrínsecas com o “colapso da função de onda”. Espera-se, como resultado, evidenciar uma nova perspectiva de investigação da Ética a partir de uma abordagem sistêmica incluindo em seu arcabouço teórico elementos dinâmicos e estáticos enunciando a dialética da vida humana em suas relações.
Este estudo tem como tema o idealismo monista de Amit Goswami, que postula a Consciencia Quântica como principio unificador e mediador de toda a realidade em suas diversas facetas, manifestas ou potenciais. Analisar-se-a conceitos e experimentos, elucidando os principais elementos teoricos para a efetivacao de uma Etica Quântica. A pesquisa se justifica pelo fato de a Fisica Quântica ser fundamento teorico para muitas invencoes tecnologicas e ainda nao existirem estudos academicos que mostrem as implicacoes eticas desta ciencia, tecnicamente bem-sucedida. Existem algumas pesquisas nas ciencias humanas e na filosofia que tomam a Fisica Quântica como matriz teorica orientadora, contudo, ainda nao relacionam diretamente os seus principios a Etica. Assim, objetiva-se responder ao questionamento sobre o pressuposto necessario para a edificacao de uma etica quântica, a partir do pensamento de Goswami. A metodologia empregada e de analise bibliografica critica das principais obras do fisico Amit Goswami, sendo O universo autoconsciente (2003) a principal, por oferecer os elementos teoricos basicos para compreensao da tematica pesquisada, pois nas demais obras, o autor explora os conceitos fundamentais nela apresentados. Fragmentos das Eneadas de Plotino serao utilizados para a construcao de uma analogia, deste modo, justificando o monismo idealista aqui proposto. Visto que no trabalho traca-se a trajetoria que faz Goswami desembocar na teoria do Idealismo Monista, mediante as implicacoes contraditorias da interpretacao da Fisica Quântica, quando subsidiada pelos principios “materialistas”. O conceito de “consciencia quântica” sera trabalhado como sendo o agente causal de suas possibilidades intrinsecas com o “colapso da funcao de onda”. Espera-se, como resultado, evidenciar uma nova perspectiva de investigacao da Etica a partir de uma abordagem sistemica incluindo em seu arcabouco teorico elementos dinâmicos e estaticos enunciando a dialetica da vida humana em suas relacoes.
Este estudo tem como tema o idealismo monista de Amit Goswami, que postula a Consciência Quântica como princípio unificador e mediador de toda a realidade em suas diversas facetas, manifestas ou potenciais. Analisar-se-á conceitos e experimentos, elucidando os principais elementos teóricos para a efetivação de uma Ética Quântica. A pesquisa se justifica pelo fato de a Física Quântica ser fundamento teórico para muitas invenções tecnológicas e ainda não existirem estudos acadêmicos que mostrem as implicações éticas desta ciência, tecnicamente bem-sucedida. Existem algumas pesquisas nas ciências humanas e na filosofia que tomam a Física Quântica como matriz teórica orientadora, contudo, ainda não relacionam diretamente os seus princípios à Ética. Assim, objetiva-se responder ao questionamento sobre o pressuposto necessário para a edificação de uma ética quântica, a partir do pensamento de Goswami. A metodologia empregada é de análise bibliográfica crítica das principais obras do físico Amit Goswami, sendo O universo autoconsciente (2003) a principal, por oferecer os elementos teóricos básicos para compreensão da temática pesquisada, pois nas demais obras, o autor explora os conceitos fundamentais nela apresentados. Fragmentos das Enéadas de Plotino serão utilizados para a construção de uma analogia, deste modo, justificando o monismo idealista aqui proposto. Visto que no trabalho traça-se a trajetória que faz Goswami desembocar na teoria do Idealismo Monista, mediante as implicações contraditórias da interpretação da Física Quântica, quando subsidiada pelos princípios “materialistas”. O conceito de “consciência quântica” será trabalhado como sendo o agente causal de suas possibilidades intrínsecas com o “colapso da função de onda”. Espera-se, como resultado, evidenciar uma nova perspectiva de investigação da Ética a partir de uma abordagem sistêmica incluindo em seu arcabouço teórico elementos dinâmicos e estáticos enunciando a dialética da vida humana em suas relações.
Desde 1930 que têm sido feitas especulações, sobre a possível “harmonia préestabelecida” entre a Mecânica Quântica e as filosofias da Índia, embora essas especulações nunca tenham sido levadas muito longe. Assim, este trabalho é uma contribuição para um estudo mais profundo deste tema, particularmente verificando se os escritos de Amit Goswami (pensador educado na tradição Hindu e professor de Física Quântica na Universidade de Oregon (E.U.A.)) ajudam de algum modo a “entender” os célebres paradoxos da Mecânica Quântica quando vistos através da filosofia do idealismo monista.
Paul Karl Feyerabend (1924-1994) foi um físico e filósofo austríaco mundialmente conhecido por sua obra Contra o Método (1975). Apesar da notoriedade do enfant terrible da filosofia da ciência (uma das alcunhas adquiridas em razão de seus posicionamentos) vir a partir desta obra, os debates contidos nela (e em outras de suas obras) possuem uma origem um tanto curiosa: a mecânica quântica. Sendo formado em física pela Universidade de Viena, os 22 anos iniciais da vida profissional do autor tinham como um de seus principais temas a mecânica quântica, em especial as versões elaboradas por Niels Bohr, Werner Heisenberg, Wolfgang Pauli, Erwin Schrödinger e Albert Einstein. A partir da mecânica quântica, Feyerabend foi capaz de experimentar e estruturar temas que lhes foram caros por toda sua vida, como: realismo, relação entre física e metafísica, relação entre ciência e sociedade, dentre outros. O presente artigo tem como objetivo apresentar de que maneira Feyerabend extrai e estrutura suas discussões desta área tão complexa, utilizando, sempre que possível, citações diretas do físico-filósofo, a fim de uma melhor caracterização do seu pensamento. Desta forma, espera-se que aqueles que não conhecem o autor, possam ter uma visão geral da tônica de suas discussões, bem como debates filosóficos podem ser construídos a partir da mecânica quântica.
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva de Metaphysics For Quantum Mechanics (2025), de Gaëtan Cantale-Miège, publicado no Zenodo com DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.15521232, em diálogo com a Teoria da Objetividade (TO), desenvolvida por Vidamor Cabannas e Denivaldo Silva. O estudo examina a interpretação tomista-aristotélica da mecânica quântica proposta por Cantale-Miège, especialmente as noções de potência estruturada, ato e potência, colapso da função de onda, não-localidade, medição quântica e estatuto ontológico do espaço-tempo. Esses temas são confrontados criticamente com os sete axiomas modais da Teoria da Objetividade, seus elementos fenomênicos, seus Efeitos Indutores, seu teorema cosmogênico e suas Eras cosmológicas. A análise sustenta que o conceito de potência estruturada oferece uma ponte metafísica relevante para a ontologia modal da TO, particularmente na passagem da indeterminação à determinação, da possibilidade à fronteira fenomênica e da relação quântica à existência objetiva. Ao mesmo tempo, o artigo identifica tensões importantes, sobretudo quanto à distinção entre a metafísica tomista e a ontologia modal própria da TO, fundada axiomaticamente. Na Teoria da Objetividade, o elemento transcendente é interpretado como conhecimento ou informação produzida nas relações atômicas e equivalente às radiações atômicas. Nessa perspectiva, o colapso quântico pode ser lido como estabilização redutiva de uma possibilidade estruturada, enquanto a medição pode ser compreendida como uma fronteira observacional pela qual a informação se expressa objetivamente. Este texto analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Gaëtan Cantale-Miège; Metaphysics For Quantum Mechanics; ontologia quântica; metafísica tomista; metafísica aristotélica; potência estruturada; ato e potência; colapso da função de onda; não-localidade; medição quântica; transcendência informacional; informação atômica; radiação atômica; Efeitos Indutores; ontologia modal; fronteira fenomênica; Theory of Objectivity; Eras cosmológicas; filosofia da física.
O presente artigo mostra que o realismo constitui a principal tese metafísica presente na filosofia de Popper e que esteve presente, de forma relevante, desde a Lógica da Pesquisa Científica até o Pós-escrito. Apesar de ter sido revista, passando de uma noção negativa para positiva, ampliou o universo de articulação teórico da sua filosofia e organizou sua proposta epistemológica. A defesa Popperiana do realismo está vinculada a uma concepção ética de fundo e uma concepção cosmológica que abrange uma ontologia da mudança e uma epistemologia falibilista. Sua concepção filosófica comporta desde um plano universal do pensamento metafísico, cosmológico, até um plano específico, das regras metodológicas, adequado ao estudo da ciência. O filósofo pensou que a tarefa da filosofia não se resume na análise de enunciados, mas se trata da elaboração de uma visão de totalidade da realidade capaz de constituir soluções a problemas teóricos reais do universo do conhecimento. Ele unificou sua concepção filosófica ao propor a teoria das Propensões e a mostrou como uma articulação das suas noções de objetivismo, realismo e de indeterminismo. Como forma de mostrar a relevância de sua cosmologia para o estudo da ciência, ele propôs dois experimentos em física e confrontou a sua concepção objetivista, realista e indeterminista com a rival teoria quântica, então subjetivista e antirrealista. O primeiro teste recebeu correções de Einstein através de uma carta, publicada em anexo à Lógica da Pesquisa Científica (L.Sc.D). O segundo teste, proposto em A Teoria dos Quanta e o Cisma na Física (Q.T.S.P), foi realizado em 1999 por Kim e Shih e, o resultado mostrou inconformidade com a previsão de Popper. Ambos, entretanto, contribuíram, ainda que de modo discreto, para a crítica racional no universo científico.