Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Log inSign up
Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Blog
Job Board
Q3AS

© 2026 Aqora Quantum S.A.S.

TermsPrivacyLegal Notice

Imprensa da Universidade de Coimbra eBooks

Irreversibilidade, probabilidade e leis da natureza

Tomio Petrosky

Published Jan 1, 2003• 0 citations
Publisher
DOI
10.14195/978-989-26-0389-6_14

Related papers

O PARADIGMA EMERGENTE E O SER DE PROBABILIDADES

Stella Maris Souza Marques, Stenio Souza Marques

Revista Científica Semana Acadêmica•Jan 18, 2016•0 citations

Determinismo e Indeterminismo: uma ponte da física à filosofia

Ramiro Délio Borges de Meneses

No domínio macroscópico, as funções das leis dinâmicas objectivas recebem o seu fundamento no determinismo causal das formas imanentes dos entes. Porém, no âmbito microscópico, surgem as leis da natureza como enunciados estatísticos, porque radicam no indeterminismo objectivo da partícula-onda in fieri. Contudo, a discussão, neste artigo, do princípio de incerteza de W. Heisenberg conduz-nos a fundamentação epistemológica e ontológica das leis da natureza. Palavras-chaves: Determinismo, lei da física e incerteza de W. Heisenberg.

•Aug 1, 2015•0 citations

Les ondes de probabilité

Ziauddin Sardar

EDP Sciences eBooks•Nov 4, 2020•0 citations

A natureza quântica da luz e a lei de Snell-Descartes

Isabella D. Vicente, Saulo Luis Lima da Silva

A natureza da luz sempre intrigou a humanidade. Entre os textos dos antigos gregos que sobreviveram até nossos dias, é frequente menções sobre a luz e sua natureza. O primeiro livro conhecido sobre óptica é atribuído a Euclides no século III a.C. O fenômeno da refração, embora conhecido há milênios, resistiu a uma explicação matemática até a idade moderna. W. Snellius (Snell) foi o primeiro a apresentar a equação correta que relacionasse os ângulos de incidência, refração e velocidades da luz em cada meio em uma refração, mas não publicou seus resultados. A publicação foi feita por René Descartes. Esse resultado é conhecido hoje como lei de Snell-Descartes ou lei da refração. Descartes tratou a luz como partícula em sua dedução. Huygens, no século XVII, também deduziu essa lei, mas tratando a luz como onda. Esses resultados diferiam quanto à velocidade da luz em meios mais refringentes. A medida da velocidade só foi possível no século XIX e corroborou o resultado de Huygens indicando a natureza ondulatória da luz. O interessante é que Einstein, em 1905, explica o efeito fotoelétrico tratando a luz como partícula (quantum de energia). Mas se a luz possui também um comportamento corpuscular, não deveria ser possível obter a lei de Snell-Descartes tratando-a dessa forma? Nesse trabalho, mostraremos que é possível obter essa lei partindo da hipótese corpuscular da luz. Além do forte apelo didático, o trabalho faz uma interessante discussão sobre a história do entendimento atual da ciência sobre a natureza da luz.

Revista Brasileira de Ensino de Física•Jan 1, 2024•0 citations

Les ondes de probabilité

Ziauddin Sardar

EDP Sciences eBooks•Nov 4, 2020•0 citations

Mecânica Quântica

Rogério Custódio

A natureza da luz é o ponto de partida de uma discussão acadêmica que resultou no desenvolvimento da mecânica quântica: a luz seria uma entidade física que apresenta caráter de onda ou partícula? Estudo sistemático das propriedades da luz puderam ser explicados ora considerando a luz como se manifestando como onda e ora como partícula. Essa dualidade foi utilizada para explicar a natureza de qualquer corpo material. A consequência foi a necessidade do desenvolvimento de leis mecânicas que conciliassem o caráter de onda e partícula para qualquer sistema físico. Este artigo discute os aspectos mais importantes associados com algumas das evidências do caráter onda-partícula da luz e a formulação inicial desenvolvida por Schrödinger.

Revista Chemkeys•May 5, 2021•4 citations
No domínio macroscópico, as funções das leis dinâmicas objectivas recebem o seu fundamento no determinismo causal das formas imanentes dos entes. Porém, no âmbito microscópico, surgem as leis da natureza como enunciados estatísticos, porque radicam no indeterminismo objectivo da partícula-onda in fieri. Contudo, a discussão, neste artigo, do princípio de incerteza de W. Heisenberg conduz-nos a fundamentação epistemológica e ontológica das leis da natureza. Palavras-chaves: Determinismo, lei da física e incerteza de W. Heisenberg.
A natureza da luz sempre intrigou a humanidade. Entre os textos dos antigos gregos que sobreviveram até nossos dias, é frequente menções sobre a luz e sua natureza. O primeiro livro conhecido sobre óptica é atribuído a Euclides no século III a.C. O fenômeno da refração, embora conhecido há milênios, resistiu a uma explicação matemática até a idade moderna. W. Snellius (Snell) foi o primeiro a apresentar a equação correta que relacionasse os ângulos de incidência, refração e velocidades da luz em cada meio em uma refração, mas não publicou seus resultados. A publicação foi feita por René Descartes. Esse resultado é conhecido hoje como lei de Snell-Descartes ou lei da refração. Descartes tratou a luz como partícula em sua dedução. Huygens, no século XVII, também deduziu essa lei, mas tratando a luz como onda. Esses resultados diferiam quanto à velocidade da luz em meios mais refringentes. A medida da velocidade só foi possível no século XIX e corroborou o resultado de Huygens indicando a natureza ondulatória da luz. O interessante é que Einstein, em 1905, explica o efeito fotoelétrico tratando a luz como partícula (quantum de energia). Mas se a luz possui também um comportamento corpuscular, não deveria ser possível obter a lei de Snell-Descartes tratando-a dessa forma? Nesse trabalho, mostraremos que é possível obter essa lei partindo da hipótese corpuscular da luz. Além do forte apelo didático, o trabalho faz uma interessante discussão sobre a história do entendimento atual da ciência sobre a natureza da luz.
A natureza da luz é o ponto de partida de uma discussão acadêmica que resultou no desenvolvimento da mecânica quântica: a luz seria uma entidade física que apresenta caráter de onda ou partícula? Estudo sistemático das propriedades da luz puderam ser explicados ora considerando a luz como se manifestando como onda e ora como partícula. Essa dualidade foi utilizada para explicar a natureza de qualquer corpo material. A consequência foi a necessidade do desenvolvimento de leis mecânicas que conciliassem o caráter de onda e partícula para qualquer sistema físico. Este artigo discute os aspectos mais importantes associados com algumas das evidências do caráter onda-partícula da luz e a formulação inicial desenvolvida por Schrödinger.