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Novas Edições Acadêmicas eBooks

A Realidade Virtual e o Mundo Observado

Ravikumar Kurup, Parameswara Achutha Kurup

Published Feb 20, 2020• 0 citations
OpenAlex

Abstract

O cerebro funciona como um computador quântico. O cerebro funciona como uma rede de colonias arqueologicas computacionais. As nuvens computacionais quânticas no espaco intergalactico actuam como o mestre do universo. A vida na Terra no estado quântico e como um videogame jogado pela nuvem mestre da computacao sem nenhuma rima ou razao - o mundo de Maya e Leela. Os objetos sao na verdade espacos estruturados de armazenamento de dados e sao uma realidade virtual. Nao ha realidade no mundo. O mundo e virtual. Isso pode ser chamado de realismo consciente. A experiencia da realidade e uma desvantagem para a aptidao evolutiva no mundo e universo virtual. Reduzir a consciencia a objetividade da materia e do espaco-tempo e substitui-la por uma teoria matematica da consciencia ajudara a resolver o problema. O panpsicismo e o campo da consciencia estao subjacentes a realidade.Inteligencia Artificial foi usada para traduzir este livro.

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Computação quântica e teoria de computação

Alex B. Grilo

A Computação Quântica é um tópico relativamente recente e pouco conhecido, principalmente no meio da Computação.Seu estudo surgiu na tentativa de físicos simularem sistemas regidos pela Mecânica Quântica por computadores clássicos, o que se conjecturou inviável.Portanto, um novo modelo computacional que utiliza a estrutura quântica da matéria para computar foi teorizado para suprir estas deficiências.Este trabalho tem como objetivo principal estudar as influências da Computação Quântica na Teoria da Computação.Para atingir tal objetivo, primeiramente são expostos os conhecimentos básicos da Mecânica Quântica através de uma linguagem voltada para Teóricos de Computação sem conhecimento prévio na área, de forma a remover a barreira inicial sobre o tema.Em seguida, serão apresentadas inovações na área da Teoria de Computação oriundas da Computação Quântica.Começaremos com os principais Algoritmos Quânticos desenvolvidos até hoje, que foram os primeiros passos para demonstrar a possível superioridade computacional do novo modelo.Dentre estes algoritmos, apresentaremos o famoso Algoritmo de Shor, que fatora números em tempo polinomial.Adicionalmente, neste trabalho foram estudados tópicos mais avançados e atuais em Computabilidade e Complexidade Quânticas.Sobre Autômatos Quânticos, foram estudados aspectos de um modelo que mistura estados clássicos e quânticos, focando na comparação do poder computacional em relação aos Autômatos Finitos Clássicos.Do ponto de vista de Classes de Complexidade, será abordada a questão se em linguagens da classe QMA, o análogo quântico da classe NP, consegue-se atingir probabilidade de erro nulo na aceitação de instâncias positivas.

•Apr 11, 2014•0 citations

REVISTA SAÚDE QUÂNTICA

Rosângela Zambonato Arnt

Hoje o ser humano faz parte da história a cada momento, cada um com a sua história, escolhida pela consciência coletiva a partir de um mar de probabilidades, segundo o grande físico quântico contemporâneo Amit Goswami. Mas, às vezes, passa-se a participar de fatos que alcançam mais longe do que o mundo individual, e entra-se naquela teoria de Einstein na qual tudo e todos estão conectados, a teoria do campo unificado. É exatamente assim que se pode ver hoje a concretização da realidade da Revista Saúde Quântica do Centro Universitário UNINTER. Com essa primeira edição inicia-se o passo histórico da criação de uma revista científica do meio acadêmico, totalmente dedicada aos avanços das teorias quânticas na área da saúde, destinada a dar o apoio científico necessário para que os profissionais possam desenvolver cada vez mais o potencial terapêutico. Pode-se chamar de saúde quântica a aplicação das teorias da física quântica na matéria médica denominada biofísica, ou seja, o uso dos princípios e leis da física para estudar e explicar os fenômenos biológicos. Portanto, tudo o que se tem de fundamentação científica do funcionamento do corpo humano, baseia-se na física. A física quântica desvendou o último mistério da ação da energia dentro do átomo, e trouxe para o mundo atual a noção de que se tudo e todos são feitos de átomos, e os átomos são na verdade feitos de energia, o corpo humano é feito de energia condensada, que se materializa por vibrar em uma mesma frequência. O equilíbrio dessas vibrações propicia a saúde e o desequilíbrio desencadeia a doença. Assim, nada mais lógico, que a obrigatoriedade de se estudar e usar a energia, a frequência, a vibração, definida como oscilações por segundo e medida em hertz, como tratamento de saúde. Lembrando que a energia funciona apenas por que existe, sem que se precise acreditar, mas sim, saber usar. Com essa edição inicia-se um período de “luz científica”, considerando que ao se sair das “trevas”, passa-se a ser visível para a comunidade científica ortodoxa mundial. E esse é o grande objetivo. A partir de agora, pretende-se ser a referência nacional em saúde quântica, dentro da cientificidade exigida pelos céticos e pelos convencionais. Para se entender e aplicar os princípios do uso da energia vibracional, quântica, precisa-se aprender na universidade, com professores estudiosos e práticos, mas dentro do contexto legal e altamente técnico exigido por essa comunidade tão rígida do saber. E para que o mundo erudito oficial entenda, admire, envolva-se, e integre essas propostas de uso prático das teorias quânticas na saúde, é indispensável que o conhecimento se espalhe por meio da publicação dos artigos produzidos por profissionais de saúde e por estudiosos da área quântica. Somente com um espaço acadêmico voltado a essas propostas de vanguarda, mas ainda com a rigidez própria dos sábios, é que se pode colocar as terapias frequenciais, o uso das essências vibracionais, e a aplicação das teorias quânticas no diagnóstico e tratamento da saúde do ser humano, no seu devido lugar, dentro da ciência. Inaugura-se essa nova era do saber com essa edição, e na linha do tempo, ela vem junto com a Pós-graduação em Saúde Quântica, as extensões universitárias em Saúde Quântica, e o 1º Congresso Latino Americano em Saúde e Terapias Quânticas, que está acontecendo neste mesmo mês de novembro. Todos os leitores estão convidados a acompanhar essa jornada, em busca de mais opções para ampliar a saúde e a qualidade de vida do ser humano, que já é holístico e quântico.

Revista Brasileira de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde•Aug 11, 2012•0 citations

A (META)METAFÍSICA DA CIÊNCIA: O CASO DA MECÂNICA QUÂNTICA NÃO RELATIVISTA

Raoni Wohnrath Arroyo, Jonas R. Becker Arenhart

RESUMO Tradicionalmente, ser realista sobre algo significa crer na existência independente desse algo. Em termos ontológicos, isto é, acerca do que há, o realismo científico pode ser entendido como envolvendo a adoção de uma ontologia que seja cientificamente informada. Mas, segundo alguns filósofos, a atitude realista deve ir além da ontologia. A forma como essa exigência tem sido entendida envolve fornecer uma metafísica para as entidades postuladas pela ciência. Discutimos como duas abordagens em voga encaram o desafio de fornecer uma metafísica para a ciência: uma forma de naturalismo e a abordagem Viking/Toolbox. Por fim, apresentamos uma terceira via, que adota o melhor das duas abordagens: o método metapopperiano, que foca em descartarmos quais as alternativas erradas, ou melhor dizendo, os perfis metafísicos incompatíveis com certas teorias. Apresentamos o método metapopperiano, um método de metametafísica capaz de avaliar objetivamente quais os perfis metafísicos que são incompatíveis com certas teorias científicas. Para isso, usaremos como estudo de caso a mecânica quântica, mostrando resultados obtidos previamente. Com esse método, podemos ver como a ciência pode ser usada para evitar o erro em questões metafísicas. Essa seria, na nossa opinião, uma forma de desenvolver uma relação produtiva entre ciência e metafísica.

Kriterion Revista de Filosofia•Aug 1, 2022•0 citations

Há mundo depois da quântica?

Bruno Cava Rodrigues

Se o século XXI é o século da terceira morte filosófica, a do mundo, que os clínicos da civilização vêm diagnosticando no (pós-)horizonte do Antropoceno, cabe analisar o que vem depois e o que nos cabe esperar. As consequências tecnológicas da mecânica quântica são um fato notório, na medida em que a constituição de nossa vida comum está irremediavelmente imersa nelas. Menos reconhecido, entretanto, é o abalo das descobertas e paradoxos da mecânica quântica para uma nova imanência e uma nova liberdade. Está em jogo um deslocamento do problema que se comunica, por ondas de choque, com limiares de ruptura de outros campos, como reconstrução da legibilidade do Real por Paul Klee e sua variante radical da arte moderna. A gênese conceitual da interpretação de Copenhague se orienta pelos princípios da incerteza e da complementariedade. Ela embute uma dupla renúncia: ao projeto de inteligibilidade visual do mundo e ao determinismo eficiente que define um universo explicável por cadeias de causas e efeitos. Para elucidá-la, abordam-se três tipos ideais que compõem a Física predominante depois da Renascença: metafísica (neo-)aristotélica, mecanicismo cartesiano e cosmologia newtoniana (culminada na Teoria da Relatividade); bem como tais componentes foram deslocados na mecânica dos quanta, descortinada por Heisenberg e Bohr. O artigo conclui com um breve comentário sobre as ressonâncias cosmopolíticas da revolução quântica.

TECCOGS Revista Digital de Tecnologias Cognitivas•Mar 19, 2025•0 citations

Quantum Reality and the importance of consciousness in the universe

Lothar Schäfer

A referência frequente à mente no contexto da física é um fenómeno fascinante. Em muitos fenómenos a mente e os “aspectos” mentais da realidade tornaram-se importantes. Neste texto, descrevem-se detalhadamente os argumentos que se referem à natureza mental do universo, sugerindo-se que os aspecto da realidade física oferecem uma oportunidade real para a fundação dos nossos valores e princípios metafisicos, incluindo os nossos valores morais, na ordem do universo. Questiona-se se a estrutura do universo pode assumir uma ordem espiritual, tal como física pode deter uma outra de natureza mental. Em suma, a realidade quântica requer uma nova visão do processo da evolução da vida. As moléculas são a base da vida, e as mesmas são sistemas quânticos. O nosso conhecimento da estrutura quântica das moléculas deve ser integrado na discussão biológica.

•Jan 1, 2004•1 citation

Um aperitivo à Computação Quântica

João Manuel R.S. Tavares, U. Porto

Imagine um mundo onde os computadores podem resolver problemas que hoje parecem impossíveis. Por exemplo, ajudar a descobrir remédios milagrosos, criar moléculas que destruam cancros, criar materiais inovadores, proteger comunicações de forma totalmente segura, etc. Essa é a promessa da computação quântica, uma tecnologia que começou como uma ideia ousada e, aos poucos, se transformou numa corrida global pelo futuro da ciência e da inovação.

Revista de Ciência Elementar•Sep 30, 2025•0 citations
O cerebro funciona como um computador quântico. O cerebro funciona como uma rede de colonias arqueologicas computacionais. As nuvens computacionais quânticas no espaco intergalactico actuam como o mestre do universo. A vida na Terra no estado quântico e como um videogame jogado pela nuvem mestre da computacao sem nenhuma rima ou razao - o mundo de Maya e Leela. Os objetos sao na verdade espacos estruturados de armazenamento de dados e sao uma realidade virtual. Nao ha realidade no mundo. O mundo e virtual. Isso pode ser chamado de realismo consciente. A experiencia da realidade e uma desvantagem para a aptidao evolutiva no mundo e universo virtual. Reduzir a consciencia a objetividade da materia e do espaco-tempo e substitui-la por uma teoria matematica da consciencia ajudara a resolver o problema. O panpsicismo e o campo da consciencia estao subjacentes a realidade.Inteligencia Artificial foi usada para traduzir este livro.
A Computação Quântica é um tópico relativamente recente e pouco conhecido, principalmente no meio da Computação.Seu estudo surgiu na tentativa de físicos simularem sistemas regidos pela Mecânica Quântica por computadores clássicos, o que se conjecturou inviável.Portanto, um novo modelo computacional que utiliza a estrutura quântica da matéria para computar foi teorizado para suprir estas deficiências.Este trabalho tem como objetivo principal estudar as influências da Computação Quântica na Teoria da Computação.Para atingir tal objetivo, primeiramente são expostos os conhecimentos básicos da Mecânica Quântica através de uma linguagem voltada para Teóricos de Computação sem conhecimento prévio na área, de forma a remover a barreira inicial sobre o tema.Em seguida, serão apresentadas inovações na área da Teoria de Computação oriundas da Computação Quântica.Começaremos com os principais Algoritmos Quânticos desenvolvidos até hoje, que foram os primeiros passos para demonstrar a possível superioridade computacional do novo modelo.Dentre estes algoritmos, apresentaremos o famoso Algoritmo de Shor, que fatora números em tempo polinomial.Adicionalmente, neste trabalho foram estudados tópicos mais avançados e atuais em Computabilidade e Complexidade Quânticas.Sobre Autômatos Quânticos, foram estudados aspectos de um modelo que mistura estados clássicos e quânticos, focando na comparação do poder computacional em relação aos Autômatos Finitos Clássicos.Do ponto de vista de Classes de Complexidade, será abordada a questão se em linguagens da classe QMA, o análogo quântico da classe NP, consegue-se atingir probabilidade de erro nulo na aceitação de instâncias positivas.
Hoje o ser humano faz parte da história a cada momento, cada um com a sua história, escolhida pela consciência coletiva a partir de um mar de probabilidades, segundo o grande físico quântico contemporâneo Amit Goswami. Mas, às vezes, passa-se a participar de fatos que alcançam mais longe do que o mundo individual, e entra-se naquela teoria de Einstein na qual tudo e todos estão conectados, a teoria do campo unificado. É exatamente assim que se pode ver hoje a concretização da realidade da Revista Saúde Quântica do Centro Universitário UNINTER. Com essa primeira edição inicia-se o passo histórico da criação de uma revista científica do meio acadêmico, totalmente dedicada aos avanços das teorias quânticas na área da saúde, destinada a dar o apoio científico necessário para que os profissionais possam desenvolver cada vez mais o potencial terapêutico. Pode-se chamar de saúde quântica a aplicação das teorias da física quântica na matéria médica denominada biofísica, ou seja, o uso dos princípios e leis da física para estudar e explicar os fenômenos biológicos. Portanto, tudo o que se tem de fundamentação científica do funcionamento do corpo humano, baseia-se na física. A física quântica desvendou o último mistério da ação da energia dentro do átomo, e trouxe para o mundo atual a noção de que se tudo e todos são feitos de átomos, e os átomos são na verdade feitos de energia, o corpo humano é feito de energia condensada, que se materializa por vibrar em uma mesma frequência. O equilíbrio dessas vibrações propicia a saúde e o desequilíbrio desencadeia a doença. Assim, nada mais lógico, que a obrigatoriedade de se estudar e usar a energia, a frequência, a vibração, definida como oscilações por segundo e medida em hertz, como tratamento de saúde. Lembrando que a energia funciona apenas por que existe, sem que se precise acreditar, mas sim, saber usar. Com essa edição inicia-se um período de “luz científica”, considerando que ao se sair das “trevas”, passa-se a ser visível para a comunidade científica ortodoxa mundial. E esse é o grande objetivo. A partir de agora, pretende-se ser a referência nacional em saúde quântica, dentro da cientificidade exigida pelos céticos e pelos convencionais. Para se entender e aplicar os princípios do uso da energia vibracional, quântica, precisa-se aprender na universidade, com professores estudiosos e práticos, mas dentro do contexto legal e altamente técnico exigido por essa comunidade tão rígida do saber. E para que o mundo erudito oficial entenda, admire, envolva-se, e integre essas propostas de uso prático das teorias quânticas na saúde, é indispensável que o conhecimento se espalhe por meio da publicação dos artigos produzidos por profissionais de saúde e por estudiosos da área quântica. Somente com um espaço acadêmico voltado a essas propostas de vanguarda, mas ainda com a rigidez própria dos sábios, é que se pode colocar as terapias frequenciais, o uso das essências vibracionais, e a aplicação das teorias quânticas no diagnóstico e tratamento da saúde do ser humano, no seu devido lugar, dentro da ciência. Inaugura-se essa nova era do saber com essa edição, e na linha do tempo, ela vem junto com a Pós-graduação em Saúde Quântica, as extensões universitárias em Saúde Quântica, e o 1º Congresso Latino Americano em Saúde e Terapias Quânticas, que está acontecendo neste mesmo mês de novembro. Todos os leitores estão convidados a acompanhar essa jornada, em busca de mais opções para ampliar a saúde e a qualidade de vida do ser humano, que já é holístico e quântico.
RESUMO Tradicionalmente, ser realista sobre algo significa crer na existência independente desse algo. Em termos ontológicos, isto é, acerca do que há, o realismo científico pode ser entendido como envolvendo a adoção de uma ontologia que seja cientificamente informada. Mas, segundo alguns filósofos, a atitude realista deve ir além da ontologia. A forma como essa exigência tem sido entendida envolve fornecer uma metafísica para as entidades postuladas pela ciência. Discutimos como duas abordagens em voga encaram o desafio de fornecer uma metafísica para a ciência: uma forma de naturalismo e a abordagem Viking/Toolbox. Por fim, apresentamos uma terceira via, que adota o melhor das duas abordagens: o método metapopperiano, que foca em descartarmos quais as alternativas erradas, ou melhor dizendo, os perfis metafísicos incompatíveis com certas teorias. Apresentamos o método metapopperiano, um método de metametafísica capaz de avaliar objetivamente quais os perfis metafísicos que são incompatíveis com certas teorias científicas. Para isso, usaremos como estudo de caso a mecânica quântica, mostrando resultados obtidos previamente. Com esse método, podemos ver como a ciência pode ser usada para evitar o erro em questões metafísicas. Essa seria, na nossa opinião, uma forma de desenvolver uma relação produtiva entre ciência e metafísica.
Se o século XXI é o século da terceira morte filosófica, a do mundo, que os clínicos da civilização vêm diagnosticando no (pós-)horizonte do Antropoceno, cabe analisar o que vem depois e o que nos cabe esperar. As consequências tecnológicas da mecânica quântica são um fato notório, na medida em que a constituição de nossa vida comum está irremediavelmente imersa nelas. Menos reconhecido, entretanto, é o abalo das descobertas e paradoxos da mecânica quântica para uma nova imanência e uma nova liberdade. Está em jogo um deslocamento do problema que se comunica, por ondas de choque, com limiares de ruptura de outros campos, como reconstrução da legibilidade do Real por Paul Klee e sua variante radical da arte moderna. A gênese conceitual da interpretação de Copenhague se orienta pelos princípios da incerteza e da complementariedade. Ela embute uma dupla renúncia: ao projeto de inteligibilidade visual do mundo e ao determinismo eficiente que define um universo explicável por cadeias de causas e efeitos. Para elucidá-la, abordam-se três tipos ideais que compõem a Física predominante depois da Renascença: metafísica (neo-)aristotélica, mecanicismo cartesiano e cosmologia newtoniana (culminada na Teoria da Relatividade); bem como tais componentes foram deslocados na mecânica dos quanta, descortinada por Heisenberg e Bohr. O artigo conclui com um breve comentário sobre as ressonâncias cosmopolíticas da revolução quântica.
A referência frequente à mente no contexto da física é um fenómeno fascinante. Em muitos fenómenos a mente e os “aspectos” mentais da realidade tornaram-se importantes. Neste texto, descrevem-se detalhadamente os argumentos que se referem à natureza mental do universo, sugerindo-se que os aspecto da realidade física oferecem uma oportunidade real para a fundação dos nossos valores e princípios metafisicos, incluindo os nossos valores morais, na ordem do universo. Questiona-se se a estrutura do universo pode assumir uma ordem espiritual, tal como física pode deter uma outra de natureza mental. Em suma, a realidade quântica requer uma nova visão do processo da evolução da vida. As moléculas são a base da vida, e as mesmas são sistemas quânticos. O nosso conhecimento da estrutura quântica das moléculas deve ser integrado na discussão biológica.