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Eikasía Revista de Filosofía

A Probabilidade segundo Max Born: da Mecânica Quântica à Filosofia

Ramiro Délio Borges de Meneses

Published Jan 1, 2008• 0 citations
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Abstract

Resumo: O sentido da causalidade e da probabilidade, em Max Born, e referenciado como interpretacao ortodoxa da Mecânica Quântica, que teve implicacoes na leitura de Copenhague. Nao parece ser o sentido neopositivo no âmbito da filosofia da fisica. Mas, na leitura probabilistica de Max Born esta presente a causalidade, considerando-se a probabilidade como elemento real, recaindo no mundo dos “invariantes observacionais”, criando nova leitura fenomenica da “realidade quântica”, permitindo uma reconciliacao entre os aspectos corpuscular e o ondulatorio. Os conceitos da Mecânica Quântica, estranhos e analogos, desenvolvem-se a partir das ideias classicas, tal como Max Born elaborou na sua leitura probabilistica.

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Probabilidad y causalidad en la filosofía de Max Born

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El legado científico filosófico de Max Born, al estar vinculado a la conocida como interpretación ortodoxa de la mecánica cuántica o interpretación de Copenhague, ha sido entendido desde el marco de una filosofía de la ciencia de corte instrumentalista, considerando su interpretación probabilística de la función de onda como la más clara defensa de una postura indeterminista acausal. Frente a este orden de cosas, este artículo pretende lograr dos objetivos. El primero consiste en mostrar cómo la interpretación de Born, a pesar de instaurar de forma definitiva el indeterminismo en el ámbito de la física elemental, no implica el abandono de una explicación causal de los fenómenos físicos. El segundo trata de defender la posibilidad de reivindicar una interpretación ‘realista’ de la labor científica a partir de la noción de ‘invariantes observaciones’ que Born propone, conciliando el aspecto dual de la realidad elemental en favor de su carácter corpuscular y analizando la aporética noción de ‘probabilidad objetiva’ que su interpretación instaura.

•Nov 10, 2005•0 citations

A MECÂNICA ONDULATÓRIA E OS SEUS ASPECTOS ONTOLÓGICOS – SOBRE A INTERPRETAÇÃO PROBABILÍSTICA DA FUNÇÃO Y

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Prometeus•Mar 1, 2013•0 citations

A disciplina modal da mecânica quântica: uma leitura crítico–propositiva da bibliografia fundante quântica em confronto com a Teoria da Objetividade

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Este artigo apresenta um exame crítico–propositivo da bibliografia fundante da mecânica quântica em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). Partindo dos trabalhos clássicos de Planck, Einstein, Bohr, Heisenberg, Schrödinger, Born, Dirac, von Neumann, Einstein–Podolsky–Rosen e Bell, o estudo investiga em que medida a arquitetura conceitual da mecânica quântica pode ser reinterpretada sob a disciplina modal da TO. O artigo sustenta que a mecânica quântica, embora extraordinariamente bem-sucedida como estrutura matemática e empírica para a descrição de regimes físicos observáveis, não esgota por si só as condições ontológicas de inteligibilidade do universo. Em resposta, o texto articula a bibliografia quântica com a bibliografia fundante da TO, seus desenvolvimentos recentes em ontologia modal e testabilidade, bem como com a bibliografia de apoio e de diálogo em física, cosmologia e filosofia da ciência. Dá-se especial atenção às possíveis compatibilidades e aos pontos de tensão entre a teoria quântica e as Sete Verdades Absolutas da TO, bem como ao teorema cosmogênico, aos elementos fenomênicos, aos Efeitos Indutores e às Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Nesse enquadramento, quantização, superposição, medição, emaranhamento, decoerência e vácuo quântico são reinterpretados como manifestações fenomênicas que podem ser disciplinadas por uma gramática modal mais profunda. O artigo propõe ainda que o elemento transcendente, em termos da TO, pode ser compreendido como o conhecimento ou as informações produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. A partir dessa perspectiva, a mecânica quântica não é rejeitada, mas reinscrita em um horizonte ontológico mais amplo, no qual relação, fronteira, observação e transcendência adquirem significado fundante. Ao combinar análise filosófica, ontologia comparada e diálogo com a física observacional contemporânea, este estudo contribui para o desenvolvimento de um programa de pesquisa modal e testável, no qual a Teoria da Objetividade funciona como disciplina de inteligibilidade para os fenômenos quânticos, e não apenas como crítica externa. Observação dos autores: Este artigo contou com o suporte analítico do ChatGPT na organização bibliográfica, na estruturação comparativa e na sistematização dos pontos de compatibilidade, tensão e testabilidade. Palavras-chave Teoria da Objetividade; mecânica quântica; ontologia modal; física fundacional; filosofia da mecânica quântica; desigualdades de Bell; paradoxo EPR; vácuo quântico; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; ontologia relacional; testabilidade; cosmologia contemporânea

•Mar 18, 2026•0 citations

Uma interpretação Wittgensteiniana da epistemologia presente na física clássica e mecânica quântica

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Revista Brasileira de Ensino de Física•Jan 1, 2024•1 citation
Resumo: O sentido da causalidade e da probabilidade, em Max Born, e referenciado como interpretacao ortodoxa da Mecânica Quântica, que teve implicacoes na leitura de Copenhague. Nao parece ser o sentido neopositivo no âmbito da filosofia da fisica. Mas, na leitura probabilistica de Max Born esta presente a causalidade, considerando-se a probabilidade como elemento real, recaindo no mundo dos “invariantes observacionais”, criando nova leitura fenomenica da “realidade quântica”, permitindo uma reconciliacao entre os aspectos corpuscular e o ondulatorio. Os conceitos da Mecânica Quântica, estranhos e analogos, desenvolvem-se a partir das ideias classicas, tal como Max Born elaborou na sua leitura probabilistica.
El legado científico filosófico de Max Born, al estar vinculado a la conocida como interpretación ortodoxa de la mecánica cuántica o interpretación de Copenhague, ha sido entendido desde el marco de una filosofía de la ciencia de corte instrumentalista, considerando su interpretación probabilística de la función de onda como la más clara defensa de una postura indeterminista acausal. Frente a este orden de cosas, este artículo pretende lograr dos objetivos. El primero consiste en mostrar cómo la interpretación de Born, a pesar de instaurar de forma definitiva el indeterminismo en el ámbito de la física elemental, no implica el abandono de una explicación causal de los fenómenos físicos. El segundo trata de defender la posibilidad de reivindicar una interpretación ‘realista’ de la labor científica a partir de la noción de ‘invariantes observaciones’ que Born propone, conciliando el aspecto dual de la realidad elemental en favor de su carácter corpuscular y analizando la aporética noción de ‘probabilidad objetiva’ que su interpretación instaura.
O conceito de substância em Espinosa tem como atributos fundamentais a infinitude e aextensão. Entretanto, em relação à sua extensão, tal substância se mostra no mundo sensível comofinita, porquanto aparece sob o aspecto de modos finitos– os corpos materiais. Compreendida comoponto material – como se faz na física – a substância tem sua finitude super estimada, o que acabapor gerar, como reação ontológica, indeterminações de posição ou localização que ecoam, comoenunciado pelo princípio de Born, na Mecânica Ondulatória de Schröndinger.
Este artigo apresenta um exame crítico–propositivo da bibliografia fundante da mecânica quântica em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). Partindo dos trabalhos clássicos de Planck, Einstein, Bohr, Heisenberg, Schrödinger, Born, Dirac, von Neumann, Einstein–Podolsky–Rosen e Bell, o estudo investiga em que medida a arquitetura conceitual da mecânica quântica pode ser reinterpretada sob a disciplina modal da TO. O artigo sustenta que a mecânica quântica, embora extraordinariamente bem-sucedida como estrutura matemática e empírica para a descrição de regimes físicos observáveis, não esgota por si só as condições ontológicas de inteligibilidade do universo. Em resposta, o texto articula a bibliografia quântica com a bibliografia fundante da TO, seus desenvolvimentos recentes em ontologia modal e testabilidade, bem como com a bibliografia de apoio e de diálogo em física, cosmologia e filosofia da ciência. Dá-se especial atenção às possíveis compatibilidades e aos pontos de tensão entre a teoria quântica e as Sete Verdades Absolutas da TO, bem como ao teorema cosmogênico, aos elementos fenomênicos, aos Efeitos Indutores e às Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Nesse enquadramento, quantização, superposição, medição, emaranhamento, decoerência e vácuo quântico são reinterpretados como manifestações fenomênicas que podem ser disciplinadas por uma gramática modal mais profunda. O artigo propõe ainda que o elemento transcendente, em termos da TO, pode ser compreendido como o conhecimento ou as informações produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. A partir dessa perspectiva, a mecânica quântica não é rejeitada, mas reinscrita em um horizonte ontológico mais amplo, no qual relação, fronteira, observação e transcendência adquirem significado fundante. Ao combinar análise filosófica, ontologia comparada e diálogo com a física observacional contemporânea, este estudo contribui para o desenvolvimento de um programa de pesquisa modal e testável, no qual a Teoria da Objetividade funciona como disciplina de inteligibilidade para os fenômenos quânticos, e não apenas como crítica externa. Observação dos autores: Este artigo contou com o suporte analítico do ChatGPT na organização bibliográfica, na estruturação comparativa e na sistematização dos pontos de compatibilidade, tensão e testabilidade. Palavras-chave Teoria da Objetividade; mecânica quântica; ontologia modal; física fundacional; filosofia da mecânica quântica; desigualdades de Bell; paradoxo EPR; vácuo quântico; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; ontologia relacional; testabilidade; cosmologia contemporânea
O presente trabalho tem por objetivo apresentar uma interpretação Wittgensteiniana das diferenças entre física clássica e mecânica quântica utilizando termos como: jogos de linguagem, seguir regras e uso. Abordaremos o pensamento de Wittgenstein, seguido de uma comparação entre o jogo de linguagem da física clássica com o jogo de linguagem da física quântica que são guiados por regras diferentes e possuem termos com uso distintos. Apresentaremos a evolução de modelos atômicos, assim como fez Heisenberg em seu livro Física e filosofia, desde os antigos gregos até a contemporaneidade. Apresentaremos a passagem da física clássica para uma nova física, seus principais conceitos e a filosofia que está presente por de trás da visão desses cientistas, principalmente quanto a epistemologia.
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