Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Log inSign up
Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Blog
Job Board
Q3AS

© 2026 Aqora Quantum S.A.S.

TermsPrivacyLegal Notice

Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ): A Dinâmica Não-Linear de Sistemas Temporais e Expansão do Espaço de Hilbert pelo Caos.

AGNALDO DOS SANTOS

Published Oct 16, 2026• 0 citations
Publisher

Abstract

Este trabalho apresenta a Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ) , um arcabouço físico-matemático e conceitual interdisciplinar que unifica a Interpretação de Muitos Mundos de Hugh Everett III, a Teoria da Decoerência Quântica de Wojciech Zurek e a dinâmica não-linear da Teoria do Caos (Expoentes de Lyapunov e Atratores Estranhos) com o processamento de informação neural e a tomada de decisão executiva. A TBEQ postula que o "presente" atua como um Nó Quântico de superposição atemporal e que os eventos decisórios/macroscópicos deflagram uma Assimetria de Espalhamento Dimensional. As bifurcações no Espaço de Hilbert dividem-se em duas geometrias distintas: o Canal Restrito (Ramo α) , acoplado a atratores estáveis com saturação entrópica rápida, e o Canal Aberto (Ramo β) , onde a quebra de atratores injeta divergência caótica (λ L > 0), gerando um espalhamento contínuo em galho. O trabalho formaliza a transição micro/macroscópica da decisão através do Limite de Ehrenfest Neural (t E ) , demonstra a conservação universal de informação e energia via Princípio Holográfico (ER=EPR), propõe o protocolo experimental do Qubit Caótico para falsificabilidade em computadores quânticos e aplica a matriz matemática à gestão de riscos extremos e à resolução existencial do arrependimento. Palavras-chave: Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ); Espaço de Hilbert; Expoente de Lyapunov; Entropia de von Neumann; Limite de Ehrenfest Neural; Decoerência Quântica; Tomada de Decisão sob Incerteza.

DOI
10.5281/zenodo.23420494

Related papers

A Refutação do Determinismo de Laplace

AGNALDO DOS SANTOS

Este artigo articula o formalismo da Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ)com os fundamentos da mecânica quântica e termodinâmica para refutar o determinismoLaplaciano. Demonstra-se matematicamente que a divergência exponencialgovernada pelo expoente de Lyapunov () combinada com o Princípio da Incertezade Heisenberg aniquila a previsibilidade de longo prazo em sistemas macroscópicos,substituindo a linearidade temporal por um multiverso probabilístico delimitado peloTempo de Ehrenfest (tE).

•Oct 21, 2026•0 citations

Emergent Unitarity from Non-Isomorphic Quantum Time Evolution

Charles Gonçalves

Este trabalho propõe um enquadramento fenomenológico no qual a evolução quântica não ocorre em um espaço de Hilbert fixo, mas em uma família dependente do tempo de espaços de Hilbert crescentes. Motivado por considerações cosmológicas e pela natureza não estacionária do universo, o formalismo substitui a unitariedade global por uma descrição em termos de canais quânticos entre espaços de estados não isomórficos, preservando, no entanto, a unitariedade como uma propriedade local efetiva. É introduzido um postulado de quasi-isomorfia local, que formaliza o sucesso empírico da mecânica quântica padrão em experimentos de curta duração e pequena extensão temporal. Nesse contexto, a unitariedade emerge como uma característica aproximada e localizada da dinâmica, e não como um princípio global fundamental. O crescimento do espaço de estados conduz naturalmente a um mecanismo estrutural de desvio da unitariedade, conceitualmente distinto da decoerência ambiental tradicional. O trabalho oferece uma nova interpretação para a perda de coerência em sistemas quânticos, prevendo o surgimento de fenômenos de leakage estrutural que não podem ser eliminados apenas por melhorias no isolamento ambiental. São discutidas implicações diretas para a correção de erros e para a escalabilidade da computação quântica, e um toy model explícito com crescimento discreto do espaço de Hilbert é apresentado para ilustrar o mecanismo proposto. Este estudo se insere no contexto dos fundamentos da mecânica quântica, com potenciais conexões com cosmologia, informação e a estrutura conceitual da evolução temporal em teorias quânticas.

•Feb 3, 2026•0 citations

O Colapso da Função de Onda como Condição de Consistência Geométrica na Relatividade Geral como Teoria Quântica

Jonatan P. camargo

Apresentamos uma derivação ontológica e dinâmica do colapso da função de onda no contexto da Relatividade Geral formulada como Teoria Quântica (RGTQ), a formulação mantém realismo ontológico e continuidade conceitual com a Relatividade Geral. Partindo exclusivamente da estrutura geométrica discreta do espaço-tempo e de suas propriedades elásticas fundamentais, demonstramos que o colapso não constitui um postulado adicional da mecânica quântica nem um efeito fenomenológico externo, mas emerge como consequência necessária da exigência de consistência geométrica na atualização temporal do reticulado causal. Mostramos que superposições quânticas de sistemas massivos implicam bifurcações geométricas do espaço-tempo, associadas a métricas incompatíveis na transição entre fatias de simultaneidade sucessivas. A energia identificada em teorias de Redução Objetiva como energia gravitacional de auto-interação é reinterpretada, na RGTQ, como energia de deformação elástica do reticulado, governada pela impedância geométrica fundamental $\alpha$. Derivamos um critério quantitativo de viabilidade da evolução temporal e uma expressão fechada para o tempo característico de colapso, sem introdução de parâmetros livres. O colapso da função de onda surge, assim, como o processo físico pelo qual o espaço-tempo elimina ambiguidades geométricas incompatíveis com a definição única da fatia seguinte, preservando a continuidade topológica da variedade causal. A fronteira entre os regimes quântico e clássico torna-se quantitativa e derivada, resolvendo o problema da medida em termos estritamente geométricos. A formulação mantém realismo ontológico, continuidade conceitual com a Relatividade Geral e fornece previsões experimentais explícitas em regimes mesoscópicos.

•Jan 14, 2026•0 citations

Non-Markovianity in open quantum systems

Rafael Bruno Barbosa Lima

Sistemas quânticos abertos têm sido alvos de diversos estudos teóricos e experimentais ao longo dos últimos anos. Em especial, pesquisas relacionadas a não Markovianidade e como ela influencia a dinâmica do sistema se tornaram relativamente importantes, pois desta forma pode-se ter o retorno das características quânticas iniciais presentes no sistema. Nesta tese foram desenvolvidos dois trabalhos relacionados acerca da influência da não Markovianidade em sistemas quânticos abertos. No primeiro, foi utilizado um sistema de um q-bit em contato com um reservatório bosônico e também sob a influência de um bombeio estocástico clássico, gerando assim um acoplamento efetivo do sistema com o ruído estocástico e o reservatório térmico. Desta forma, foi investigado como a dinâmica do qbit é modificada através da produção de não Markovianidade no sistema devido ao acoplamento efetivo e também como a energia média do sistema, com e sem o bombeio, se comporta tanto no regime Markoviano como não Markoviano. Adicionalmente, foi realizada uma análise da produção de não Markovianidade utilizando os ruídos estocásticos exponencial, Gaussiano e lei de potência. Aplicando a medida de Andersson, Cresser, Hall e Li (ACHL), foi possível fazer um comparativo do quanto de não Markovianidade foi produzida para cada ruído estocástico utilizado. No segundo trabalho, foi realizado um estudo de como é possível gerar a transição entre os regimes Markoviano e a não Markovianos por meio do controle de tempo de relaxação spin-rede de um qbit auxiliar, que atua como um ambiente. A decoerência do sistema foi simulada através da formulação de canais quânticos. Além disso, foi discutido como o mecanismo de relaxação é modificado pela ação de um campo magnético externo. Por fim, é apresentada uma demonstração experimental do modelo e sua comparação dos dados experimentais com os simulados teoricamente.

•Apr 3, 2020•0 citations

"Evoluções discretas em sistemas quânticos com coordenadas não-comutativas"

Andrey Gomes Martins

Estudamos a Mecânica Quântica não-relativística de sistemas físicos caracterizados pela presença de um grau de liberdade extra, que não comuta com a coordenada temporal. Na linguagem da Geometria Não-Comutativa, tratamos de sistemas descritos por uma álgebra da forma F(Q) X \\"A IND.\\"teta\\"\\"(R X \\"S POT.1\\"), onde F(Q) é a álgebra de funções sobre o espaço de configurações usual \\"Q\\" e \\"A IND.\\"teta\\"\\"(R X \\"S POT.1\\") é uma deformação de F(R X \\"S POT.1\\"), conhecida como cilindro não-comutativo. Do ponto de vista geométrico, os geradores do cilindro não-comutativo correspondem à coordenada temporal e a uma coordenada espacial (extra) compacta, em analogia com o caso das teorias do tipo Kaluza-Klein. Mostramos que, como resultado da não-comutatividade entre o tempo e a dimensão extra, a evolução temporal dos sistemas descritos por F(Q) X \\"A_t(R X S 1) é discretizada. Ao desenvolver a teoria de espalhamento para sistemas definidos nesse espaço-tempo, verificamos o aparecimento de um efeito inexistente no caso usual: transições entre um estado \\"in\\" com energia \\"E IND.\\"alfa\\"\\" e um estado \\"out\\" com energia \\"E IND.\\"beta\\"\\" (diferente de \\"E IND.\\"alfa\\"\\") passam a ser possíveis. Mais especificamente, transições serão possíveis sempre que \\"E IND.\\"beta\\" -\\" E IND.\\"alfa\\" = 2\\"pi\\"/\\"teta\\"n, com n \\'PERTENCE A\\' aos inteiros. As conseqüências desse fato são investigadas de maneira qualitativa, no caso específico de uma barreira uni-dimensional do tipo delta. Essa análise é baseada na aproximação de Born para a matriz de transição

•Aug 11, 2006•0 citations

Novos critérios para o princípio da causalidade de informação

Lucas da Silva Pollyceno

brilhantes.Agradeço por todos os momentos de descontração e principalmente pelo futebol.Aos meus colegas e amigos do MathFoundQ, pelas ótimas discussões.Em especial, agradeço ao Marcelo, pelos importantes ensinamentos, e ao Pedro, Carlos Humberto e Carlos de Gois pela essencial colaboração e amizade.Por fim, agradeço a todos aqueles que não foram citados, mas que de alguma forma exerceram alguma influência positiva. ResumoA mecânica quântica é fundamentalmente definida por meio de seu formalismo matemático: espaços de Hilbert, funções de onda e operadores.No entanto, outras teorias físicas, tal como a relatividade especial, podem ser formuladas por meio de princípios físicos.Um dos mais importantes problemas em fundamentos de mecânica quântica é, então, a procura por um princípio físico que seja capaz de destacar a mecânica quântica de teorias probabilísticas mais gerais.Com esse propósito, muitos princípios vem sendo propostos recentemente dentre os quais está o princípio da causalidade da informação.Em linhas gerais, este princípio estabelece o seguinte: se uma parte, Alice, envia uma mensagem à outra parte, Bob, o ganho potencial de informação de Bob é limitado pela informação contida na mensagem, mesmo quando recursos não-locais, tal como estados quânticos emaranhados, são permitidos.Foi mostrado que a mecânica quântica obedece o princípio da causalidade da informação, entretanto, não se sabe se todas as teorias que permitem recursos supra-quânticos o violam, geralmente devido à dificuldade de encontrar critérios matemáticos que formalizem a ideia por trás do princípio.Recentemente, uma nova abordagem, a qual combina teoria da causalidade, teoria da informação clássica e geometria convexa, foi proposta como uma ferramenta poderosa para encontrar tal critério.Nesta dissertação, estudamos em detalhes a formulação acerca do princípio da causalidade da informação.Desta forma, apresentamos sua formulação matemática e conceitual, bem como apresentamos a teoria matemática relacionada à mais recente abordagem informacional-geométrica.Além disso, investigamos algumas perguntas em aberto dentro desse contexto e aplicamos esta nova abordagem informacional a fim de formular novos critérios matemáticos para o princípio da causalidade da informação em novos cenários e investigar como tal critério é capaz de excluir teorias não-locais supra-quânticas.

•Apr 9, 2021•0 citations
Este trabalho apresenta a Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ) , um arcabouço físico-matemático e conceitual interdisciplinar que unifica a Interpretação de Muitos Mundos de Hugh Everett III, a Teoria da Decoerência Quântica de Wojciech Zurek e a dinâmica não-linear da Teoria do Caos (Expoentes de Lyapunov e Atratores Estranhos) com o processamento de informação neural e a tomada de decisão executiva. A TBEQ postula que o "presente" atua como um Nó Quântico de superposição atemporal e que os eventos decisórios/macroscópicos deflagram uma Assimetria de Espalhamento Dimensional. As bifurcações no Espaço de Hilbert dividem-se em duas geometrias distintas: o Canal Restrito (Ramo α) , acoplado a atratores estáveis com saturação entrópica rápida, e o Canal Aberto (Ramo β) , onde a quebra de atratores injeta divergência caótica (λ L > 0), gerando um espalhamento contínuo em galho. O trabalho formaliza a transição micro/macroscópica da decisão através do Limite de Ehrenfest Neural (t E ) , demonstra a conservação universal de informação e energia via Princípio Holográfico (ER=EPR), propõe o protocolo experimental do Qubit Caótico para falsificabilidade em computadores quânticos e aplica a matriz matemática à gestão de riscos extremos e à resolução existencial do arrependimento. Palavras-chave: Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ); Espaço de Hilbert; Expoente de Lyapunov; Entropia de von Neumann; Limite de Ehrenfest Neural; Decoerência Quântica; Tomada de Decisão sob Incerteza.
Este artigo articula o formalismo da Teoria da Bifurcação Entrópica Quântica (TBEQ)com os fundamentos da mecânica quântica e termodinâmica para refutar o determinismoLaplaciano. Demonstra-se matematicamente que a divergência exponencialgovernada pelo expoente de Lyapunov () combinada com o Princípio da Incertezade Heisenberg aniquila a previsibilidade de longo prazo em sistemas macroscópicos,substituindo a linearidade temporal por um multiverso probabilístico delimitado peloTempo de Ehrenfest (tE).
Este trabalho propõe um enquadramento fenomenológico no qual a evolução quântica não ocorre em um espaço de Hilbert fixo, mas em uma família dependente do tempo de espaços de Hilbert crescentes. Motivado por considerações cosmológicas e pela natureza não estacionária do universo, o formalismo substitui a unitariedade global por uma descrição em termos de canais quânticos entre espaços de estados não isomórficos, preservando, no entanto, a unitariedade como uma propriedade local efetiva. É introduzido um postulado de quasi-isomorfia local, que formaliza o sucesso empírico da mecânica quântica padrão em experimentos de curta duração e pequena extensão temporal. Nesse contexto, a unitariedade emerge como uma característica aproximada e localizada da dinâmica, e não como um princípio global fundamental. O crescimento do espaço de estados conduz naturalmente a um mecanismo estrutural de desvio da unitariedade, conceitualmente distinto da decoerência ambiental tradicional. O trabalho oferece uma nova interpretação para a perda de coerência em sistemas quânticos, prevendo o surgimento de fenômenos de leakage estrutural que não podem ser eliminados apenas por melhorias no isolamento ambiental. São discutidas implicações diretas para a correção de erros e para a escalabilidade da computação quântica, e um toy model explícito com crescimento discreto do espaço de Hilbert é apresentado para ilustrar o mecanismo proposto. Este estudo se insere no contexto dos fundamentos da mecânica quântica, com potenciais conexões com cosmologia, informação e a estrutura conceitual da evolução temporal em teorias quânticas.
Apresentamos uma derivação ontológica e dinâmica do colapso da função de onda no contexto da Relatividade Geral formulada como Teoria Quântica (RGTQ), a formulação mantém realismo ontológico e continuidade conceitual com a Relatividade Geral. Partindo exclusivamente da estrutura geométrica discreta do espaço-tempo e de suas propriedades elásticas fundamentais, demonstramos que o colapso não constitui um postulado adicional da mecânica quântica nem um efeito fenomenológico externo, mas emerge como consequência necessária da exigência de consistência geométrica na atualização temporal do reticulado causal. Mostramos que superposições quânticas de sistemas massivos implicam bifurcações geométricas do espaço-tempo, associadas a métricas incompatíveis na transição entre fatias de simultaneidade sucessivas. A energia identificada em teorias de Redução Objetiva como energia gravitacional de auto-interação é reinterpretada, na RGTQ, como energia de deformação elástica do reticulado, governada pela impedância geométrica fundamental α\alphaα. Derivamos um critério quantitativo de viabilidade da evolução temporal e uma expressão fechada para o tempo característico de colapso, sem introdução de parâmetros livres. O colapso da função de onda surge, assim, como o processo físico pelo qual o espaço-tempo elimina ambiguidades geométricas incompatíveis com a definição única da fatia seguinte, preservando a continuidade topológica da variedade causal. A fronteira entre os regimes quântico e clássico torna-se quantitativa e derivada, resolvendo o problema da medida em termos estritamente geométricos. A formulação mantém realismo ontológico, continuidade conceitual com a Relatividade Geral e fornece previsões experimentais explícitas em regimes mesoscópicos.
Sistemas quânticos abertos têm sido alvos de diversos estudos teóricos e experimentais ao longo dos últimos anos. Em especial, pesquisas relacionadas a não Markovianidade e como ela influencia a dinâmica do sistema se tornaram relativamente importantes, pois desta forma pode-se ter o retorno das características quânticas iniciais presentes no sistema. Nesta tese foram desenvolvidos dois trabalhos relacionados acerca da influência da não Markovianidade em sistemas quânticos abertos. No primeiro, foi utilizado um sistema de um q-bit em contato com um reservatório bosônico e também sob a influência de um bombeio estocástico clássico, gerando assim um acoplamento efetivo do sistema com o ruído estocástico e o reservatório térmico. Desta forma, foi investigado como a dinâmica do qbit é modificada através da produção de não Markovianidade no sistema devido ao acoplamento efetivo e também como a energia média do sistema, com e sem o bombeio, se comporta tanto no regime Markoviano como não Markoviano. Adicionalmente, foi realizada uma análise da produção de não Markovianidade utilizando os ruídos estocásticos exponencial, Gaussiano e lei de potência. Aplicando a medida de Andersson, Cresser, Hall e Li (ACHL), foi possível fazer um comparativo do quanto de não Markovianidade foi produzida para cada ruído estocástico utilizado. No segundo trabalho, foi realizado um estudo de como é possível gerar a transição entre os regimes Markoviano e a não Markovianos por meio do controle de tempo de relaxação spin-rede de um qbit auxiliar, que atua como um ambiente. A decoerência do sistema foi simulada através da formulação de canais quânticos. Além disso, foi discutido como o mecanismo de relaxação é modificado pela ação de um campo magnético externo. Por fim, é apresentada uma demonstração experimental do modelo e sua comparação dos dados experimentais com os simulados teoricamente.
Estudamos a Mecânica Quântica não-relativística de sistemas físicos caracterizados pela presença de um grau de liberdade extra, que não comuta com a coordenada temporal. Na linguagem da Geometria Não-Comutativa, tratamos de sistemas descritos por uma álgebra da forma F(Q) X \\"A IND.\\"teta\\"\\"(R X \\"S POT.1\\"), onde F(Q) é a álgebra de funções sobre o espaço de configurações usual \\"Q\\" e \\"A IND.\\"teta\\"\\"(R X \\"S POT.1\\") é uma deformação de F(R X \\"S POT.1\\"), conhecida como cilindro não-comutativo. Do ponto de vista geométrico, os geradores do cilindro não-comutativo correspondem à coordenada temporal e a uma coordenada espacial (extra) compacta, em analogia com o caso das teorias do tipo Kaluza-Klein. Mostramos que, como resultado da não-comutatividade entre o tempo e a dimensão extra, a evolução temporal dos sistemas descritos por F(Q) X \\"A_t(R X S 1) é discretizada. Ao desenvolver a teoria de espalhamento para sistemas definidos nesse espaço-tempo, verificamos o aparecimento de um efeito inexistente no caso usual: transições entre um estado \\"in\\" com energia \\"E IND.\\"alfa\\"\\" e um estado \\"out\\" com energia \\"E IND.\\"beta\\"\\" (diferente de \\"E IND.\\"alfa\\"\\") passam a ser possíveis. Mais especificamente, transições serão possíveis sempre que \\"E IND.\\"beta\\" -\\" E IND.\\"alfa\\" = 2\\"pi\\"/\\"teta\\"n, com n \\'PERTENCE A\\' aos inteiros. As conseqüências desse fato são investigadas de maneira qualitativa, no caso específico de uma barreira uni-dimensional do tipo delta. Essa análise é baseada na aproximação de Born para a matriz de transição
brilhantes.Agradeço por todos os momentos de descontração e principalmente pelo futebol.Aos meus colegas e amigos do MathFoundQ, pelas ótimas discussões.Em especial, agradeço ao Marcelo, pelos importantes ensinamentos, e ao Pedro, Carlos Humberto e Carlos de Gois pela essencial colaboração e amizade.Por fim, agradeço a todos aqueles que não foram citados, mas que de alguma forma exerceram alguma influência positiva. ResumoA mecânica quântica é fundamentalmente definida por meio de seu formalismo matemático: espaços de Hilbert, funções de onda e operadores.No entanto, outras teorias físicas, tal como a relatividade especial, podem ser formuladas por meio de princípios físicos.Um dos mais importantes problemas em fundamentos de mecânica quântica é, então, a procura por um princípio físico que seja capaz de destacar a mecânica quântica de teorias probabilísticas mais gerais.Com esse propósito, muitos princípios vem sendo propostos recentemente dentre os quais está o princípio da causalidade da informação.Em linhas gerais, este princípio estabelece o seguinte: se uma parte, Alice, envia uma mensagem à outra parte, Bob, o ganho potencial de informação de Bob é limitado pela informação contida na mensagem, mesmo quando recursos não-locais, tal como estados quânticos emaranhados, são permitidos.Foi mostrado que a mecânica quântica obedece o princípio da causalidade da informação, entretanto, não se sabe se todas as teorias que permitem recursos supra-quânticos o violam, geralmente devido à dificuldade de encontrar critérios matemáticos que formalizem a ideia por trás do princípio.Recentemente, uma nova abordagem, a qual combina teoria da causalidade, teoria da informação clássica e geometria convexa, foi proposta como uma ferramenta poderosa para encontrar tal critério.Nesta dissertação, estudamos em detalhes a formulação acerca do princípio da causalidade da informação.Desta forma, apresentamos sua formulação matemática e conceitual, bem como apresentamos a teoria matemática relacionada à mais recente abordagem informacional-geométrica.Além disso, investigamos algumas perguntas em aberto dentro desse contexto e aplicamos esta nova abordagem informacional a fim de formular novos critérios matemáticos para o princípio da causalidade da informação em novos cenários e investigar como tal critério é capaz de excluir teorias não-locais supra-quânticas.