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A DISCIPLINA MODAL DA TAXONOMIA QUÂNTICA: Uma análise crítico-propositiva do artigo Quantum Systems Taxonomy: Unifying Domains through Structured Classification Models, de Abbey Gougouch, em confronto com a Teoria da Objetividade

Vidamor Cabannas, Denivaldo Silva

Published Apr 16, 2026• 0 citations
Publisher

Abstract

Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto Quantum Systems Taxonomy: Unifying Domains through Structured Classification Models, de Abbey Gougouch, em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). O estudo examina a proposta de Gougouch para uma taxonomia unificada das ciências quânticas, incluindo tanto domínios já consolidados — como Mecânica Quântica, Lógica Quântica, Computação Quântica, Teoria Quântica de Campos e Cosmologia Quântica — quanto domínios propostos, como Quantumelics, Quantumonics, Quansosys, Miscellaneatum, Quantum Standard e Quantum State. O artigo sustenta que a taxonomia de Gougouch possui valor metateórico real enquanto esforço de restauração da inteligibilidade estrutural, da coerência classificatória e da legibilidade interdisciplinar em um campo quântico fragmentado. Ao mesmo tempo, argumenta que a proposta permanece ontologicamente insuficiente quando avaliada sob a disciplina modal da Teoria da Objetividade. Em particular, o estudo destaca compatibilidades e tensões entre a arquitetura classificatória de Gougouch e os axiomas absolutos da TO, especialmente no que se refere à fronteira, à relação, à composição, à transcendência e ao fundamento modal da realidade. O texto também articula a taxonomia de Gougouch com os elementos fenomênicos, os Efeitos Indutores, o teorema cosmogênico e as Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Desse modo, o estudo não apenas rejeita ou contesta a taxonomia proposta, mas a reinterpreta como um valioso mapa fenomenológico e estrutural, passível de reinscrição em um quadro ontológico e modal mais robusto. Este trabalho pretende contribuir, de modo respeitoso, para o diálogo contemporâneo sobre fundamentos quânticos, classificação científica, ontologia e condições filosóficas de inteligibilidade na física moderna. Observação: esta análise contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave:Teoria da Objetividade; taxonomia quântica; Abbey Gougouch; ontologia modal; lógica quântica; cosmologia quântica; fundamentos quânticos; classificação científica; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; ontologia da física; filosofia da ciência

DOI
10.5281/zenodo.19616850

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O BLUEPRINT ESTRUTURAL DA COMPUTAÇÃO QUÂNTICA: uma análise crítico-propositiva do artigo de Abbey Gougouch em confronto com os axiomas, os elementos fenomênicos, os Efeitos Indutores, o teorema cosmogênico e as Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade

Cabannas Vidamor, Denivaldo Silva

Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto de Abbey Gougouch, A Structural Blueprint for Quantum Computing: Classifying Energy, Architecture and Software Systems for Coherence Across Disciplines, associado ao DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.15237604⁠, em diálogo com a Teoria da Objetividade de Vidamor Cabannas e Denivaldo Silva. O estudo examina a tríade classificatória proposta por Gougouch — Quantumelics, Quantumonics e Quansosys — como tentativa de organizar a computação quântica em três domínios estruturais: sistemas de energia coerente, arquitetura lógica dos sinais e sistemas de software quântico. A partir da perspectiva da Teoria da Objetividade, o artigo sustenta que essa tríade possui forte relevância dialógica, pois busca deslocar a computação quântica da fragmentação terminológica para uma inteligibilidade estrutural. A análise confronta o referencial de Gougouch com as Sete Verdades Absolutas da Teoria da Objetividade, seus elementos fenomênicos, Efeitos Indutores, teorema cosmogênico e Eras cosmológicas. Atenção especial é dada à distinção entre o vácuo físico-operacional discutido nas tecnologias quânticas e o Nada lógico da Teoria da Objetividade. O artigo também explora a interpretação atual do elemento transcendente na TO como conhecimento ou informação produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. O artigo conclui que a proposta de Gougouch oferece uma analogia tecnológica significativa com a tríade da TO composta por energia, relação e informação. Contudo, também identifica limitações importantes, especialmente a ausência de fundamentação modal, formalização matemática e testagem empírica. A nota de diálogo atribuída ao artigo analisado é 7,8/10 em relação à Teoria da Objetividade. Este texto analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Abbey Gougouch; Quantumelics; Quantumonics; Quansosys; computação quântica; arquitetura quântica; software quântico; vácuo quântico; Nada lógico; ontologia modal; classificação estrutural; energia coerente; informação; radiação atômica; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; inteligência artificial; ChatGPT.

•Jun 2, 2026•0 citations

A disciplina modal da mecânica quântica: uma leitura crítico–propositiva da bibliografia fundante quântica em confronto com a Teoria da Objetividade

Vidamor Cabannas, Denivaldo Silva

Este artigo apresenta um exame crítico–propositivo da bibliografia fundante da mecânica quântica em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). Partindo dos trabalhos clássicos de Planck, Einstein, Bohr, Heisenberg, Schrödinger, Born, Dirac, von Neumann, Einstein–Podolsky–Rosen e Bell, o estudo investiga em que medida a arquitetura conceitual da mecânica quântica pode ser reinterpretada sob a disciplina modal da TO. O artigo sustenta que a mecânica quântica, embora extraordinariamente bem-sucedida como estrutura matemática e empírica para a descrição de regimes físicos observáveis, não esgota por si só as condições ontológicas de inteligibilidade do universo. Em resposta, o texto articula a bibliografia quântica com a bibliografia fundante da TO, seus desenvolvimentos recentes em ontologia modal e testabilidade, bem como com a bibliografia de apoio e de diálogo em física, cosmologia e filosofia da ciência. Dá-se especial atenção às possíveis compatibilidades e aos pontos de tensão entre a teoria quântica e as Sete Verdades Absolutas da TO, bem como ao teorema cosmogênico, aos elementos fenomênicos, aos Efeitos Indutores e às Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Nesse enquadramento, quantização, superposição, medição, emaranhamento, decoerência e vácuo quântico são reinterpretados como manifestações fenomênicas que podem ser disciplinadas por uma gramática modal mais profunda. O artigo propõe ainda que o elemento transcendente, em termos da TO, pode ser compreendido como o conhecimento ou as informações produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. A partir dessa perspectiva, a mecânica quântica não é rejeitada, mas reinscrita em um horizonte ontológico mais amplo, no qual relação, fronteira, observação e transcendência adquirem significado fundante. Ao combinar análise filosófica, ontologia comparada e diálogo com a física observacional contemporânea, este estudo contribui para o desenvolvimento de um programa de pesquisa modal e testável, no qual a Teoria da Objetividade funciona como disciplina de inteligibilidade para os fenômenos quânticos, e não apenas como crítica externa. Observação dos autores: Este artigo contou com o suporte analítico do ChatGPT na organização bibliográfica, na estruturação comparativa e na sistematização dos pontos de compatibilidade, tensão e testabilidade. Palavras-chave Teoria da Objetividade; mecânica quântica; ontologia modal; física fundacional; filosofia da mecânica quântica; desigualdades de Bell; paradoxo EPR; vácuo quântico; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; ontologia relacional; testabilidade; cosmologia contemporânea

•Mar 18, 2026•0 citations

METAPHYSICS FOR QUANTUM MECHANICS E A TEORIA DA OBJETIVIDADE: uma análise crítico-propositiva da potência estruturada, da não-localidade, do colapso quântico e da transcendência informacional em confronto com os axiomas modais da TO

Vidamor Cabannas, Silva Denivaldo

Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva de Metaphysics For Quantum Mechanics (2025), de Gaëtan Cantale-Miège, publicado no Zenodo com DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.15521232, em diálogo com a Teoria da Objetividade (TO), desenvolvida por Vidamor Cabannas e Denivaldo Silva. O estudo examina a interpretação tomista-aristotélica da mecânica quântica proposta por Cantale-Miège, especialmente as noções de potência estruturada, ato e potência, colapso da função de onda, não-localidade, medição quântica e estatuto ontológico do espaço-tempo. Esses temas são confrontados criticamente com os sete axiomas modais da Teoria da Objetividade, seus elementos fenomênicos, seus Efeitos Indutores, seu teorema cosmogênico e suas Eras cosmológicas. A análise sustenta que o conceito de potência estruturada oferece uma ponte metafísica relevante para a ontologia modal da TO, particularmente na passagem da indeterminação à determinação, da possibilidade à fronteira fenomênica e da relação quântica à existência objetiva. Ao mesmo tempo, o artigo identifica tensões importantes, sobretudo quanto à distinção entre a metafísica tomista e a ontologia modal própria da TO, fundada axiomaticamente. Na Teoria da Objetividade, o elemento transcendente é interpretado como conhecimento ou informação produzida nas relações atômicas e equivalente às radiações atômicas. Nessa perspectiva, o colapso quântico pode ser lido como estabilização redutiva de uma possibilidade estruturada, enquanto a medição pode ser compreendida como uma fronteira observacional pela qual a informação se expressa objetivamente. Este texto analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Gaëtan Cantale-Miège; Metaphysics For Quantum Mechanics; ontologia quântica; metafísica tomista; metafísica aristotélica; potência estruturada; ato e potência; colapso da função de onda; não-localidade; medição quântica; transcendência informacional; informação atômica; radiação atômica; Efeitos Indutores; ontologia modal; fronteira fenomênica; Theory of Objectivity; Eras cosmológicas; filosofia da física.

•Jun 7, 2026•0 citations

COMPUTAÇÃO QUÂNTICA, FRONTEIRA INFORMACIONAL E DISCIPLINA MODAL: uma análise crítico-propositiva do artigo State of the Art of Quantum Computing: Overview, de Felipe Diniz Lima et al., em confronto com a Teoria da Objetividade

Denivaldo Cabannas, Denivaldo Silva

Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto State of the Art of Quantum Computing: Overview, de Felipe Diniz Lima et al. (2023), publicado no Zenodo sob o DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.10051347, em diálogo com a Teoria da Objetividade (TO). O estudo examina o tratamento dado pelo artigo à computação quântica, aos qubits, à superposição, à função de onda, à probabilidade, à interferência, à medição e ao processamento de informações, interpretando esses temas a partir das categorias modais, fenomênicas e informacionais da TO. A análise sustenta que a computação quântica oferece um campo indireto, porém fértil, de diálogo com a TO, especialmente porque depende de fronteira, diferença, relação, composição recursiva, observação e conversão de estados físicos em informação operacional. O artigo analisado não constitui uma confirmação direta das teses cosmológicas ou cosmogônicas da TO, mas oferece um caso tecnológico e filosófico relevante para discutir a transcendência informacional, a determinação fenomênica e a produção objetiva de conhecimento a partir de relações físicas microscópicas. O texto também identifica limitações metodológicas na comparação experimental apresentada por Diniz Lima et al., especialmente quanto à distinção entre hardware quântico real, simuladores, execução em nuvem e algoritmos genuinamente quânticos. Ainda assim, conclui que o artigo analisado é relevante como diálogo indireto com a TO no campo da informação quântica e da física computacional contemporânea. Este estudo analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Theory of Objectivity; computação quântica; qubits; superposição; função de onda; informação quântica; transcendência informacional; determinação fenomênica; fronteira; observação; ontologia modal; Efeitos Indutores; filosofia da física; física computacional; ChatGPT.

•Jun 20, 2026•0 citations

As possibilidades de ontologia presentes na teoria da física quântica

Leandro Tibiriçá de Camargo Bastos

O presente artigo visa expor as principais teorias do campo da física quântica, assim como suas implicações ontológicas. Não se busca, aqui, uma interlocução com teorias metafísicas estabelecidas no campo da filosofia, nem mesmo uma exploração extensa da bibliografia estabelecida nas ciências. Foi usado um livro para a exposição geral das teorias, de seus desdobramentos e de suas consequências. No caso, trata-se do livro Quantum ontology: A guide to the metaphysics of quantum mechanics, de Peter J. Lewis. Foi privilegiada, portanto, uma abordagem em que a abrangência foi preferida em relação à profundidade. Um cotejamento cuidadoso com outras teorias metafísicas teria trazido uma visão mais específica dos possíveis problemas de fundo presentes tanto na ontologia (nas ontologias) derivadas da mecânica quântica quanto nas teorias cotejadas, mas a consequência seria retirar apresentações de outras possibilidades presentes dentro da própria teoria da mecânica quântica. Preferimos, portanto, apresentar um panorama amplo, de modo a contextualizar o leitor dentro de um campo de pesquisa, e deixar aprofundamentos específicos para outra oportunidade.

TECCOGS Revista Digital de Tecnologias Cognitivas•Dec 15, 2023•0 citations

campo quântico e os horizontes do conhecimento

Rodrigo Petrônio

Para fins operacionais, este Dossiê adotou a abordagem deflacionada descrita no Editorial.Ou seja: se concentrou mais em abordagens estritas do campo quântico nas artes, na filosofia, na computação, na semiótica e nas fronteiras transdisciplinares que essa investigação exige.Isso não minimiza a necessidade de compreender o campo quântico a partir dessas apropriações mais amplas, em alguns casos totalmente alheias aos procedimentos-padrão da ciência.Para isso enfatizar a diversidade do campo quântico e ao mesmo tempo demonstrar linhas convergentes de seus horizontes, dividimos este Dossiê em três áreas: 1. Arte, Literatura e Audiovisual 2. Computação, Sistemas e Complexidade 3. Ontologia, Cosmologia e Epistemologia.A entrevista de abertura com Osvaldo Pessoa Junior se entrelaça perfeitamente aos objetivos deste Dossiê.Um dos pesquisadores mais reconhecidos do Brasil na área de filosofia da teoria quântica, com formação em física e em filosofia, Osvaldo é autor de artigos e de livros-base seminais para a compreensão da quântica em um espectro amplo e diversificado.Especialista também em filosofia da mente, em sua entrevista Osvaldo estabelece ressonâncias extremamente ricas entre as descobertas da quântica e as novas fronteiras das ciências cognitivas.Além disso, posiciona de modo didático e profundo as principais controvérsias, limites e problemas do campo quântico atualmente.A seção Arte, Literatura e Audiovisual conta com artigos dedicados à fascinante interface dos modelos quânticos com essas áreas.

TECCOGS Revista Digital de Tecnologias Cognitivas•Mar 19, 2025•0 citations
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto Quantum Systems Taxonomy: Unifying Domains through Structured Classification Models, de Abbey Gougouch, em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). O estudo examina a proposta de Gougouch para uma taxonomia unificada das ciências quânticas, incluindo tanto domínios já consolidados — como Mecânica Quântica, Lógica Quântica, Computação Quântica, Teoria Quântica de Campos e Cosmologia Quântica — quanto domínios propostos, como Quantumelics, Quantumonics, Quansosys, Miscellaneatum, Quantum Standard e Quantum State. O artigo sustenta que a taxonomia de Gougouch possui valor metateórico real enquanto esforço de restauração da inteligibilidade estrutural, da coerência classificatória e da legibilidade interdisciplinar em um campo quântico fragmentado. Ao mesmo tempo, argumenta que a proposta permanece ontologicamente insuficiente quando avaliada sob a disciplina modal da Teoria da Objetividade. Em particular, o estudo destaca compatibilidades e tensões entre a arquitetura classificatória de Gougouch e os axiomas absolutos da TO, especialmente no que se refere à fronteira, à relação, à composição, à transcendência e ao fundamento modal da realidade. O texto também articula a taxonomia de Gougouch com os elementos fenomênicos, os Efeitos Indutores, o teorema cosmogênico e as Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Desse modo, o estudo não apenas rejeita ou contesta a taxonomia proposta, mas a reinterpreta como um valioso mapa fenomenológico e estrutural, passível de reinscrição em um quadro ontológico e modal mais robusto. Este trabalho pretende contribuir, de modo respeitoso, para o diálogo contemporâneo sobre fundamentos quânticos, classificação científica, ontologia e condições filosóficas de inteligibilidade na física moderna. Observação: esta análise contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave:Teoria da Objetividade; taxonomia quântica; Abbey Gougouch; ontologia modal; lógica quântica; cosmologia quântica; fundamentos quânticos; classificação científica; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; ontologia da física; filosofia da ciência
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto de Abbey Gougouch, A Structural Blueprint for Quantum Computing: Classifying Energy, Architecture and Software Systems for Coherence Across Disciplines, associado ao DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.15237604⁠, em diálogo com a Teoria da Objetividade de Vidamor Cabannas e Denivaldo Silva. O estudo examina a tríade classificatória proposta por Gougouch — Quantumelics, Quantumonics e Quansosys — como tentativa de organizar a computação quântica em três domínios estruturais: sistemas de energia coerente, arquitetura lógica dos sinais e sistemas de software quântico. A partir da perspectiva da Teoria da Objetividade, o artigo sustenta que essa tríade possui forte relevância dialógica, pois busca deslocar a computação quântica da fragmentação terminológica para uma inteligibilidade estrutural. A análise confronta o referencial de Gougouch com as Sete Verdades Absolutas da Teoria da Objetividade, seus elementos fenomênicos, Efeitos Indutores, teorema cosmogênico e Eras cosmológicas. Atenção especial é dada à distinção entre o vácuo físico-operacional discutido nas tecnologias quânticas e o Nada lógico da Teoria da Objetividade. O artigo também explora a interpretação atual do elemento transcendente na TO como conhecimento ou informação produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. O artigo conclui que a proposta de Gougouch oferece uma analogia tecnológica significativa com a tríade da TO composta por energia, relação e informação. Contudo, também identifica limitações importantes, especialmente a ausência de fundamentação modal, formalização matemática e testagem empírica. A nota de diálogo atribuída ao artigo analisado é 7,8/10 em relação à Teoria da Objetividade. Este texto analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Abbey Gougouch; Quantumelics; Quantumonics; Quansosys; computação quântica; arquitetura quântica; software quântico; vácuo quântico; Nada lógico; ontologia modal; classificação estrutural; energia coerente; informação; radiação atômica; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; inteligência artificial; ChatGPT.
Este artigo apresenta um exame crítico–propositivo da bibliografia fundante da mecânica quântica em confronto com a Teoria da Objetividade (TO). Partindo dos trabalhos clássicos de Planck, Einstein, Bohr, Heisenberg, Schrödinger, Born, Dirac, von Neumann, Einstein–Podolsky–Rosen e Bell, o estudo investiga em que medida a arquitetura conceitual da mecânica quântica pode ser reinterpretada sob a disciplina modal da TO. O artigo sustenta que a mecânica quântica, embora extraordinariamente bem-sucedida como estrutura matemática e empírica para a descrição de regimes físicos observáveis, não esgota por si só as condições ontológicas de inteligibilidade do universo. Em resposta, o texto articula a bibliografia quântica com a bibliografia fundante da TO, seus desenvolvimentos recentes em ontologia modal e testabilidade, bem como com a bibliografia de apoio e de diálogo em física, cosmologia e filosofia da ciência. Dá-se especial atenção às possíveis compatibilidades e aos pontos de tensão entre a teoria quântica e as Sete Verdades Absolutas da TO, bem como ao teorema cosmogênico, aos elementos fenomênicos, aos Efeitos Indutores e às Eras cosmológicas da Teoria da Objetividade. Nesse enquadramento, quantização, superposição, medição, emaranhamento, decoerência e vácuo quântico são reinterpretados como manifestações fenomênicas que podem ser disciplinadas por uma gramática modal mais profunda. O artigo propõe ainda que o elemento transcendente, em termos da TO, pode ser compreendido como o conhecimento ou as informações produzidos nas relações atômicas e equivalentes às radiações atômicas. A partir dessa perspectiva, a mecânica quântica não é rejeitada, mas reinscrita em um horizonte ontológico mais amplo, no qual relação, fronteira, observação e transcendência adquirem significado fundante. Ao combinar análise filosófica, ontologia comparada e diálogo com a física observacional contemporânea, este estudo contribui para o desenvolvimento de um programa de pesquisa modal e testável, no qual a Teoria da Objetividade funciona como disciplina de inteligibilidade para os fenômenos quânticos, e não apenas como crítica externa. Observação dos autores: Este artigo contou com o suporte analítico do ChatGPT na organização bibliográfica, na estruturação comparativa e na sistematização dos pontos de compatibilidade, tensão e testabilidade. Palavras-chave Teoria da Objetividade; mecânica quântica; ontologia modal; física fundacional; filosofia da mecânica quântica; desigualdades de Bell; paradoxo EPR; vácuo quântico; elementos fenomênicos; Efeitos Indutores; teorema cosmogênico; Eras cosmológicas; ontologia relacional; testabilidade; cosmologia contemporânea
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva de Metaphysics For Quantum Mechanics (2025), de Gaëtan Cantale-Miège, publicado no Zenodo com DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.15521232, em diálogo com a Teoria da Objetividade (TO), desenvolvida por Vidamor Cabannas e Denivaldo Silva. O estudo examina a interpretação tomista-aristotélica da mecânica quântica proposta por Cantale-Miège, especialmente as noções de potência estruturada, ato e potência, colapso da função de onda, não-localidade, medição quântica e estatuto ontológico do espaço-tempo. Esses temas são confrontados criticamente com os sete axiomas modais da Teoria da Objetividade, seus elementos fenomênicos, seus Efeitos Indutores, seu teorema cosmogênico e suas Eras cosmológicas. A análise sustenta que o conceito de potência estruturada oferece uma ponte metafísica relevante para a ontologia modal da TO, particularmente na passagem da indeterminação à determinação, da possibilidade à fronteira fenomênica e da relação quântica à existência objetiva. Ao mesmo tempo, o artigo identifica tensões importantes, sobretudo quanto à distinção entre a metafísica tomista e a ontologia modal própria da TO, fundada axiomaticamente. Na Teoria da Objetividade, o elemento transcendente é interpretado como conhecimento ou informação produzida nas relações atômicas e equivalente às radiações atômicas. Nessa perspectiva, o colapso quântico pode ser lido como estabilização redutiva de uma possibilidade estruturada, enquanto a medição pode ser compreendida como uma fronteira observacional pela qual a informação se expressa objetivamente. Este texto analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Gaëtan Cantale-Miège; Metaphysics For Quantum Mechanics; ontologia quântica; metafísica tomista; metafísica aristotélica; potência estruturada; ato e potência; colapso da função de onda; não-localidade; medição quântica; transcendência informacional; informação atômica; radiação atômica; Efeitos Indutores; ontologia modal; fronteira fenomênica; Theory of Objectivity; Eras cosmológicas; filosofia da física.
Este artigo apresenta uma análise crítico-propositiva do texto State of the Art of Quantum Computing: Overview, de Felipe Diniz Lima et al. (2023), publicado no Zenodo sob o DOI https://doi.org/10.5281/zenodo.10051347, em diálogo com a Teoria da Objetividade (TO). O estudo examina o tratamento dado pelo artigo à computação quântica, aos qubits, à superposição, à função de onda, à probabilidade, à interferência, à medição e ao processamento de informações, interpretando esses temas a partir das categorias modais, fenomênicas e informacionais da TO. A análise sustenta que a computação quântica oferece um campo indireto, porém fértil, de diálogo com a TO, especialmente porque depende de fronteira, diferença, relação, composição recursiva, observação e conversão de estados físicos em informação operacional. O artigo analisado não constitui uma confirmação direta das teses cosmológicas ou cosmogônicas da TO, mas oferece um caso tecnológico e filosófico relevante para discutir a transcendência informacional, a determinação fenomênica e a produção objetiva de conhecimento a partir de relações físicas microscópicas. O texto também identifica limitações metodológicas na comparação experimental apresentada por Diniz Lima et al., especialmente quanto à distinção entre hardware quântico real, simuladores, execução em nuvem e algoritmos genuinamente quânticos. Ainda assim, conclui que o artigo analisado é relevante como diálogo indireto com a TO no campo da informação quântica e da física computacional contemporânea. Este estudo analítico contou com o suporte analítico do ChatGPT. Palavras-chave: Teoria da Objetividade; Vidamor Cabannas; Denivaldo Silva; Theory of Objectivity; computação quântica; qubits; superposição; função de onda; informação quântica; transcendência informacional; determinação fenomênica; fronteira; observação; ontologia modal; Efeitos Indutores; filosofia da física; física computacional; ChatGPT.
O presente artigo visa expor as principais teorias do campo da física quântica, assim como suas implicações ontológicas. Não se busca, aqui, uma interlocução com teorias metafísicas estabelecidas no campo da filosofia, nem mesmo uma exploração extensa da bibliografia estabelecida nas ciências. Foi usado um livro para a exposição geral das teorias, de seus desdobramentos e de suas consequências. No caso, trata-se do livro Quantum ontology: A guide to the metaphysics of quantum mechanics, de Peter J. Lewis. Foi privilegiada, portanto, uma abordagem em que a abrangência foi preferida em relação à profundidade. Um cotejamento cuidadoso com outras teorias metafísicas teria trazido uma visão mais específica dos possíveis problemas de fundo presentes tanto na ontologia (nas ontologias) derivadas da mecânica quântica quanto nas teorias cotejadas, mas a consequência seria retirar apresentações de outras possibilidades presentes dentro da própria teoria da mecânica quântica. Preferimos, portanto, apresentar um panorama amplo, de modo a contextualizar o leitor dentro de um campo de pesquisa, e deixar aprofundamentos específicos para outra oportunidade.
Para fins operacionais, este Dossiê adotou a abordagem deflacionada descrita no Editorial.Ou seja: se concentrou mais em abordagens estritas do campo quântico nas artes, na filosofia, na computação, na semiótica e nas fronteiras transdisciplinares que essa investigação exige.Isso não minimiza a necessidade de compreender o campo quântico a partir dessas apropriações mais amplas, em alguns casos totalmente alheias aos procedimentos-padrão da ciência.Para isso enfatizar a diversidade do campo quântico e ao mesmo tempo demonstrar linhas convergentes de seus horizontes, dividimos este Dossiê em três áreas: 1. Arte, Literatura e Audiovisual 2. Computação, Sistemas e Complexidade 3. Ontologia, Cosmologia e Epistemologia.A entrevista de abertura com Osvaldo Pessoa Junior se entrelaça perfeitamente aos objetivos deste Dossiê.Um dos pesquisadores mais reconhecidos do Brasil na área de filosofia da teoria quântica, com formação em física e em filosofia, Osvaldo é autor de artigos e de livros-base seminais para a compreensão da quântica em um espectro amplo e diversificado.Especialista também em filosofia da mente, em sua entrevista Osvaldo estabelece ressonâncias extremamente ricas entre as descobertas da quântica e as novas fronteiras das ciências cognitivas.Além disso, posiciona de modo didático e profundo as principais controvérsias, limites e problemas do campo quântico atualmente.A seção Arte, Literatura e Audiovisual conta com artigos dedicados à fascinante interface dos modelos quânticos com essas áreas.