Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Log inSign up
Challenges
Datasets
Workspaces
Papers
Discussions
Leaderboard
Blog
Job Board
Q3AS

© 2026 Aqora Quantum S.A.S.

TermsPrivacyLegal Notice

MQP Previsões e Testes

Rodrigues de oliveira, Fabio

Published Dec 1, 2025• 0 citations
Publisher

Abstract

Apresentamos previsões quantitativas derivadas do MQP, incluindo limiares de colapso, massas críticas, jitter espacial, competição entre múltiplos núcleos de colapso e assinaturas gravitacionais observáveis. Fornecemos estimativas de regimes em que S(r) ultrapassa limiares e a evolução de χ converge para uma bolha clássica estável. Discutimos implicações experimentais para interferometria mesoscópica, decoerência gravitacional e possíveis observáveis em sistemas de massa intermediária. We present quantitative predictions derived from the MQP model, including collapse thresholds, critical masses, spatial jitter, multi-nucleation competition, and observable gravitational signatures. We provide estimates for regimes where S(r) surpasses critical values and χ evolves into a stable classical bubble. Experimental implications are discussed, including mesoscopic interferometry, gravitational decoherence, and potential observables in intermediate-mass systems.

DOI
10.5281/zenodo.17773370

Related papers

MQP – Formulação Matemática

Rodrigues de oliveira, Fabio

Este documento apresenta a formulação matemática central do Modelo Quântico de Parâmetro (MQP). O colapso gravitacional quântico é descrito pela evolução do parâmetro de ordem χ(r,t) segundo uma equação de reação-difusão acoplada a um estímulo gravitacional S, modelado pelo gradiente do potencial newtoniano ou pelo invariante de Kretschmann. Introduzimos a função taxa r(S), o termo dissipativo γ, o ruído ξ e a estrutura da transição de fase quântico-clássica. Este texto consolida o núcleo teórico rigoroso do MQP. This document presents the mathematical formulation of the Mass–Geometry Phase (MQP) model. Gravitational quantum collapse is described through the evolution of an order parameter χ(r,t), governed by a reaction-diffusion equation coupled to a gravitational stimulus S, represented by the gradient of the Newtonian potential or the Kretschmann scalar. We introduce the rate function r(S), the dissipative term γ, the noise ξ, and the structure of the quantum-to-classical phase transition. This work consolidates the rigorous theoretical core of the MQP framework.

•Nov 30, 2025•0 citations

Entanglement, Nonlocality and Contextuality in Gravitationally Correlated Quantum Systems

Patrick Dreger Andriolo

A Relatividade Geral é a teoria que descreve geometricamente a gravitação como consequência da curvatura exercida por conteúdos de matéria e energia no espaço-tempo. Sua validade experimental é robusta, sendo amparada por testes como a curvatura da luz em torno de objetos massivos, a existência de buracos negros e a propagação de ondas gravitacionais. No entanto, a observação de efeitos que indiquem sua natureza quântica ainda é ausente. Do ponto de vista teórico, sua caracterização é bem conhecida, tratando-se de uma teoria quantizável mas não--renormalizável. Experimentalmente, testes que buscam assinaturas quânticas desse campo são de difícil realização, uma vez que o acoplamento gravitacional é comparativamente muito inferior ao de outras interações. Tradicionalmente, a busca de sinais quânticos do campo gravitacional é realizada em regimes de altas energias, manifestando-se em correções quânticas efetivas pós-Newtonianas. Mais recentemente, essas investigações tem sido estendidas ao outro extremo do espectro, o de baixas energias: previsões teóricas não--relativísticas tem se mostrado igualmente interessantes e com possibilidade de amparo em experimentos de pequena escala (table-top). Uma dessas previsões não-relativísticas é a proposta de Bose et al.-Marletto-Vedral, na qual o testemunho da formação de emaranhamento induzido gravitacionalmente poderia ser uma evidência da natureza quântica desse campo. Este trabalho é dividido em duas partes: na primeira, revisamos emaranhamento, não--localidade e contextualidade, e em seguida explicamos a proposta de BMV, bem como sua formulação como um teorema de impossibilidade. Na segunda parte, onde expomos resultados novos, utilizamos um modelo de partículas harmonicamente aprisionadas para mostrar como efeitos relativísticos em potenciais inversamente proporcionais à distância influenciam a formação de emaranhamento. Por fim, propomos a contextualidade como uma possível assinatura de não--classicalidade do campo gravitacional, por meio de uma comparação entre a robustez de emaranhamento e a robustez de contextualidade entre qubits gravitacionalmente acoplados sujeitos à decoerência.

•Feb 12, 2025•0 citations

Structure of weakly-bound three-body systems in two dimension

John Hadder Sandoval [UNESP] Quesada

Este trabalho foca no estudo de sistemas de poucos corpos em duas dimensões no regime universal, onde as propriedades do sistema quântico independem dos detalhes da interação de curto alcance entre as partículas (o comprimento de espalhamento de dois corpos é muito maior que o alcance do potencial). Nós utilizamos a decomposição de Faddeev para escrever as equações para os estados ligados. Através da solução numérica dessas equações nós calculamos as energias de ligação e os raios quadráticos médios de um sistema composto por dois bósons (A) e uma partícula diferente (B). Para uma razão de massas mB/mA = 0.01 o sistema apresenta oito estados ligados de três corpos, os quais desaparecem um por um conforme aumentamos a razão de massas restando somente os estados fundamental e primeiro excitado. Os comportamentos das energias e dos raios para razões de massa pequenas podem ser entendidos através de um potencial do tipo Coulomb a curtas distâncias (onde o estado fundamental está localizado) que aparece quando utilizamos uma aproximação de Born-Oppenheimer. Para grandes razões de massa os dois estados ligados restantes são consistentes com uma estrutura de três corpos mais simétrica. Nós encontramos que no limiar da razão de massas em que os estados desaparecem os raios divergem linearmente com as energias de três corpos escritas em relação ao limiar de dois corpos.

•Jan 28, 2016•0 citations

O Colapso da Função de Onda como Condição de Consistência Geométrica na Relatividade Geral como Teoria Quântica

Jonatan P. camargo

Apresentamos uma derivação ontológica e dinâmica do colapso da função de onda no contexto da Relatividade Geral formulada como Teoria Quântica (RGTQ), a formulação mantém realismo ontológico e continuidade conceitual com a Relatividade Geral. Partindo exclusivamente da estrutura geométrica discreta do espaço-tempo e de suas propriedades elásticas fundamentais, demonstramos que o colapso não constitui um postulado adicional da mecânica quântica nem um efeito fenomenológico externo, mas emerge como consequência necessária da exigência de consistência geométrica na atualização temporal do reticulado causal. Mostramos que superposições quânticas de sistemas massivos implicam bifurcações geométricas do espaço-tempo, associadas a métricas incompatíveis na transição entre fatias de simultaneidade sucessivas. A energia identificada em teorias de Redução Objetiva como energia gravitacional de auto-interação é reinterpretada, na RGTQ, como energia de deformação elástica do reticulado, governada pela impedância geométrica fundamental $\alpha$. Derivamos um critério quantitativo de viabilidade da evolução temporal e uma expressão fechada para o tempo característico de colapso, sem introdução de parâmetros livres. O colapso da função de onda surge, assim, como o processo físico pelo qual o espaço-tempo elimina ambiguidades geométricas incompatíveis com a definição única da fatia seguinte, preservando a continuidade topológica da variedade causal. A fronteira entre os regimes quântico e clássico torna-se quantitativa e derivada, resolvendo o problema da medida em termos estritamente geométricos. A formulação mantém realismo ontológico, continuidade conceitual com a Relatividade Geral e fornece previsões experimentais explícitas em regimes mesoscópicos.

•Jan 14, 2026•0 citations

MQP Entrelaçamento Quântico

Rodrigues de oliveira, Fabio

O Modelo Quântico de Parâmetro (MQP) propõe que a matéria quântica não se restringe à geometria clássica do espaço-tempo, ocupando um estado de super- posição distribuído universalmente. Nesse contexto, o entrelaçamento quântico não depende da distância nem da localização de um observador, emergindo como uma consequência natural da coerência global do parâmetro de ordem χ(r, t). Este artigo discute formalmente o entrelaçamento no MQP e suas implicações físicas.

•Dec 2, 2025•0 citations

Aspects of decoherence in quantum systems.

Andréa Nemes Salgueiro

Neste trabalho apresentamos um estudo da dinâmica de subsistemas quânticos dando ênfase ao fenômeno da decoerência. Em particular, estudamos os efeitos da decoerência num sistema de dois níveis acoplado a um outro sistema cujo espectro de energia é um contínuo no contexto do fenômeno quântico de tunelamento. Investigamos também aspectos da relação entre a descrição do sistema de dois níveis e a descrição do modelo linear na aproximação de onda girante em termos de uma equação mestra na aproximação de Born-Markov e a dinâmica exata destes dois subsistemas. Estudamos também o experimento proposto por L. Davidovich e colaboradores para medir a decoerência de superposições mesoscópicas de estados coerentes dentro do contexto da computação quântica. Este experimento pode ser re interpretado como um computador quântico capaz de solucionar o problema de Deutsch. O grande problema deste experimento, do ponto de vista da computação quântica, é a presença da decoerência. Esta decoerência provoca o aparecimento de erros no resultado final. Assim, nós mostramos uma maneira de reduzi-la, diminuindo assim os eventuais erros que possam aparecer. Finalmente, mostramos através de dois exemplos a relação entre o efeito Zeno e a decoerência.

•Sep 29, 2000•0 citations
Apresentamos previsões quantitativas derivadas do MQP, incluindo limiares de colapso, massas críticas, jitter espacial, competição entre múltiplos núcleos de colapso e assinaturas gravitacionais observáveis. Fornecemos estimativas de regimes em que S(r) ultrapassa limiares e a evolução de χ converge para uma bolha clássica estável. Discutimos implicações experimentais para interferometria mesoscópica, decoerência gravitacional e possíveis observáveis em sistemas de massa intermediária. We present quantitative predictions derived from the MQP model, including collapse thresholds, critical masses, spatial jitter, multi-nucleation competition, and observable gravitational signatures. We provide estimates for regimes where S(r) surpasses critical values and χ evolves into a stable classical bubble. Experimental implications are discussed, including mesoscopic interferometry, gravitational decoherence, and potential observables in intermediate-mass systems.
Este documento apresenta a formulação matemática central do Modelo Quântico de Parâmetro (MQP). O colapso gravitacional quântico é descrito pela evolução do parâmetro de ordem χ(r,t) segundo uma equação de reação-difusão acoplada a um estímulo gravitacional S, modelado pelo gradiente do potencial newtoniano ou pelo invariante de Kretschmann. Introduzimos a função taxa r(S), o termo dissipativo γ, o ruído ξ e a estrutura da transição de fase quântico-clássica. Este texto consolida o núcleo teórico rigoroso do MQP. This document presents the mathematical formulation of the Mass–Geometry Phase (MQP) model. Gravitational quantum collapse is described through the evolution of an order parameter χ(r,t), governed by a reaction-diffusion equation coupled to a gravitational stimulus S, represented by the gradient of the Newtonian potential or the Kretschmann scalar. We introduce the rate function r(S), the dissipative term γ, the noise ξ, and the structure of the quantum-to-classical phase transition. This work consolidates the rigorous theoretical core of the MQP framework.
A Relatividade Geral é a teoria que descreve geometricamente a gravitação como consequência da curvatura exercida por conteúdos de matéria e energia no espaço-tempo. Sua validade experimental é robusta, sendo amparada por testes como a curvatura da luz em torno de objetos massivos, a existência de buracos negros e a propagação de ondas gravitacionais. No entanto, a observação de efeitos que indiquem sua natureza quântica ainda é ausente. Do ponto de vista teórico, sua caracterização é bem conhecida, tratando-se de uma teoria quantizável mas não--renormalizável. Experimentalmente, testes que buscam assinaturas quânticas desse campo são de difícil realização, uma vez que o acoplamento gravitacional é comparativamente muito inferior ao de outras interações. Tradicionalmente, a busca de sinais quânticos do campo gravitacional é realizada em regimes de altas energias, manifestando-se em correções quânticas efetivas pós-Newtonianas. Mais recentemente, essas investigações tem sido estendidas ao outro extremo do espectro, o de baixas energias: previsões teóricas não--relativísticas tem se mostrado igualmente interessantes e com possibilidade de amparo em experimentos de pequena escala (table-top). Uma dessas previsões não-relativísticas é a proposta de Bose et al.-Marletto-Vedral, na qual o testemunho da formação de emaranhamento induzido gravitacionalmente poderia ser uma evidência da natureza quântica desse campo. Este trabalho é dividido em duas partes: na primeira, revisamos emaranhamento, não--localidade e contextualidade, e em seguida explicamos a proposta de BMV, bem como sua formulação como um teorema de impossibilidade. Na segunda parte, onde expomos resultados novos, utilizamos um modelo de partículas harmonicamente aprisionadas para mostrar como efeitos relativísticos em potenciais inversamente proporcionais à distância influenciam a formação de emaranhamento. Por fim, propomos a contextualidade como uma possível assinatura de não--classicalidade do campo gravitacional, por meio de uma comparação entre a robustez de emaranhamento e a robustez de contextualidade entre qubits gravitacionalmente acoplados sujeitos à decoerência.
Este trabalho foca no estudo de sistemas de poucos corpos em duas dimensões no regime universal, onde as propriedades do sistema quântico independem dos detalhes da interação de curto alcance entre as partículas (o comprimento de espalhamento de dois corpos é muito maior que o alcance do potencial). Nós utilizamos a decomposição de Faddeev para escrever as equações para os estados ligados. Através da solução numérica dessas equações nós calculamos as energias de ligação e os raios quadráticos médios de um sistema composto por dois bósons (A) e uma partícula diferente (B). Para uma razão de massas mB/mA = 0.01 o sistema apresenta oito estados ligados de três corpos, os quais desaparecem um por um conforme aumentamos a razão de massas restando somente os estados fundamental e primeiro excitado. Os comportamentos das energias e dos raios para razões de massa pequenas podem ser entendidos através de um potencial do tipo Coulomb a curtas distâncias (onde o estado fundamental está localizado) que aparece quando utilizamos uma aproximação de Born-Oppenheimer. Para grandes razões de massa os dois estados ligados restantes são consistentes com uma estrutura de três corpos mais simétrica. Nós encontramos que no limiar da razão de massas em que os estados desaparecem os raios divergem linearmente com as energias de três corpos escritas em relação ao limiar de dois corpos.
Apresentamos uma derivação ontológica e dinâmica do colapso da função de onda no contexto da Relatividade Geral formulada como Teoria Quântica (RGTQ), a formulação mantém realismo ontológico e continuidade conceitual com a Relatividade Geral. Partindo exclusivamente da estrutura geométrica discreta do espaço-tempo e de suas propriedades elásticas fundamentais, demonstramos que o colapso não constitui um postulado adicional da mecânica quântica nem um efeito fenomenológico externo, mas emerge como consequência necessária da exigência de consistência geométrica na atualização temporal do reticulado causal. Mostramos que superposições quânticas de sistemas massivos implicam bifurcações geométricas do espaço-tempo, associadas a métricas incompatíveis na transição entre fatias de simultaneidade sucessivas. A energia identificada em teorias de Redução Objetiva como energia gravitacional de auto-interação é reinterpretada, na RGTQ, como energia de deformação elástica do reticulado, governada pela impedância geométrica fundamental α\alphaα. Derivamos um critério quantitativo de viabilidade da evolução temporal e uma expressão fechada para o tempo característico de colapso, sem introdução de parâmetros livres. O colapso da função de onda surge, assim, como o processo físico pelo qual o espaço-tempo elimina ambiguidades geométricas incompatíveis com a definição única da fatia seguinte, preservando a continuidade topológica da variedade causal. A fronteira entre os regimes quântico e clássico torna-se quantitativa e derivada, resolvendo o problema da medida em termos estritamente geométricos. A formulação mantém realismo ontológico, continuidade conceitual com a Relatividade Geral e fornece previsões experimentais explícitas em regimes mesoscópicos.
Neste trabalho apresentamos um estudo da dinâmica de subsistemas quânticos dando ênfase ao fenômeno da decoerência. Em particular, estudamos os efeitos da decoerência num sistema de dois níveis acoplado a um outro sistema cujo espectro de energia é um contínuo no contexto do fenômeno quântico de tunelamento. Investigamos também aspectos da relação entre a descrição do sistema de dois níveis e a descrição do modelo linear na aproximação de onda girante em termos de uma equação mestra na aproximação de Born-Markov e a dinâmica exata destes dois subsistemas. Estudamos também o experimento proposto por L. Davidovich e colaboradores para medir a decoerência de superposições mesoscópicas de estados coerentes dentro do contexto da computação quântica. Este experimento pode ser re interpretado como um computador quântico capaz de solucionar o problema de Deutsch. O grande problema deste experimento, do ponto de vista da computação quântica, é a presença da decoerência. Esta decoerência provoca o aparecimento de erros no resultado final. Assim, nós mostramos uma maneira de reduzi-la, diminuindo assim os eventuais erros que possam aparecer. Finalmente, mostramos através de dois exemplos a relação entre o efeito Zeno e a decoerência.